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Quanto ganharam os ricos da bolsa portuguesa em 2019?

As valorizações registadas na praça portuguesa permitiram engordar o valor das maiores fortunas da bolsa. Todas as famílias com posições mais valiosas nas cotadas em Lisboa foram brindadas com uma valorização do seu património em 2019. Veja a evolução das 10 maiores fortunas da bolsa portuguesa.

Pedro Soares dos Santos

Pedro Soares dos Santos
CEO da Jerónimo Martins

A Jerónimo Martins liderou os ganhos na bolsa lisboeta em 2019. A companhia, que é detida em mais de 56% pela família Soares dos Santos, sobe cerca de 44% desde o início do ano, refletindo-se numa mais-valia potencial de 1,6 mil milhões de euros no património da família. Aos ganhos no valor da cotação somam-se ainda 114,8 milhões pagos em dividendos.

1.722
Milhões de euros
O património da família Soares dos Santos valorizou-se em 1.722 milhões de euros, no último ano.

Paula Amorim

Paula Amorim
"Chairman" da Galp Energia

2019 foi um bom ano para as duas empresas nas quais a família Amorim detém participações. Galp Energia e Corticeira Amorim registaram subidas em bolsa, que elevaram o valor das posições detidas pelos Amorim nas empresas em 351,87 milhões de euros, para 2,3 mil milhões. Em dividendos, a família recebeu 56,3 milhões de euros e 26,9 milhões da Galp e da Corticeira, respetivamente.  

435
Milhões de euros
As posições detidas na Galp e na Corticeira Amorim "renderam" 435 milhões em 2019.

Paulo Azevedo

Paulo Azevedo
"Chairman" da Sonae

A família Azevedo controla companhias como a Sonae SGPS, a Sonae Capital e a Sonae Indústria. Apesar das perdas de capital registadas pelas duas últimas, a valorização de 12% registada pela "holding" da família e o valor arrecadado em dividendos pelas empresas do grupo geraram uma valorização de 130,1 milhões de euros do património.  

130,1
Milhões de euros
O valor da fortuna detida pela família Azevedo na bolsa aumentou mais de 130 milhões de euros. 

Filipa Queiroz Pereira

Filipa Queiroz Pereira
Filha mais velha de Queiroz Pereira

A família Queiroz Pereira é a maior acionista da Semapa, que por sua vez controla a Navigator. Apesar de a papeleira registar um desempenho praticamente estável em 2019, a valorização da posição na Semapa e os dividendos gerados por esta participação permitiram ao clã Queiroz Pereira ver o valor da sua fortuna aumentar em mais de 69 milhões.  

69,2
Milhões de euros
As participações da família Queiroz Pereira na bolsa registaram uma mais-valia de 69 milhões de euros.

António Mota

António Mota
"Chairman" da Mota-Engil

A Mota-Engil foi uma das empresas animadas pelo maior otimismo na bolsa portuguesa. A construtora subiu mais de 16% nos últimos 12 meses. A posição de 64,68% da família Mota registou uma valorização de 40,7 milhões de euros para 288 milhões de euros, tendo ainda rendido 11,4 milhões de euros em dividendos. Contas feitas, o ganho global ascende a 52 milhões de euros. 

52,1
Milhões de euros
A posição de quase 65% no capital da Mota rendeu um ganho superior a 52 milhões de euros. 

Isabel dos Santos

Isabel dos Santos
Empresária

A angolana Isabel dos Santos tem vindo a reduzir a sua influência na bolsa. Ainda assim, mantém uma posição de relevo na Galp Energia, através da sua posição de 45% na Esperaza Holding, e na Nos, através da Zopt, detida em partes iguais pela Sonae e por Isabel dos Santos. Entre dividendos e mais-valias no valor de mercado, a fortuna da angolana aumentou em 45,3 milhões de euros. 

45,3
Milhões de euros
O património de Isabel dos Santos na bolsa nacional registou uma valorização de 45 milhões de euros. 

Ana Mendonça

Ana Mendonça
Acionista da Altri, Cofina e Ramada

Ana Mendonça controla, através da Promendo, posições em três cotadas: Cofina, Altri e Ramada. Na papeleira, a sua posição de 20,74% rendeu uma valorização de 26,38 milhões de euros, com a descida em bolsa a ser mais do que compensada pelos dividendos. Já os investimentos na Cofina e na Ramada tiveram uma evolução negativa, reduzindo o ganho global no ano para 21,3 milhões. 

21,3
Milhões de euros
Os investimentos na Altri, Cofina e Ramada resultaram num ganho potencial de 21,3 milhões.

João Borges de Oliveira

João Borges de Oliveira
Acionista da Altri, Cofina e Ramada

João Borges de Oliveira é um dos elementos do núcleo de acionistas na Altri, Cofina e Ramada. Apesar das descidas em bolsa, os dividendos compensaram. Pela posição de 14,6% na papeleira recebeu 21,6 milhões em dividendos, um valor que mais do que superou a menos-valia de 3 milhões em bolsa. Descontadas as perdas na Ramada e na Cofina, os investimentos "renderam" 11,1 milhões.  

11,1
Milhões de euros
Os investimentos do empresário na bolsa renderam 11,1 milhões de euros no último ano. 

Paulo Fernandes

Paulo Fernandes
Co-CEO da Altri e CEO da Cofina

O valor dos investimentos de Paulo Fernandes na bolsa de Lisboa aumentou em 2019. Apesar do comportamento negativo das ações, a remuneração acionista superou as perdas. Na Altri, a mais-valia foi de 16,3 milhões de euros, um ganho reduzido pelas perdas de 4,2 milhões de euros na Ramada [cai quase 22%] e de 1,88 milhões na Cofina.  

10,2
Milhões de euros
As posições de Paulo Fernandes na bolsa de Lisboa renderam mais de 10 milhões de euros em 2019. 

Manuel Champalimaud

Manuel Champalimaud
"Chairman" dos CTT

Depois de um período "negro", em que marcaram sucessivos mínimos históricos, os CTT registaram uma evolução positiva em 2019. A companhia soma 8%, um ganho que beneficiou o investimento de Manuel Champalimaud na empresa. O empresário viu o seu património valorizar-se em 6 milhões de euros. A posição nos CTT vale agora 61,8 milhões. 

5,96
Milhões de euros
O valor do investimento nos CTT registou uma mais-valia potencial de 5,96 milhões de euros.
Patrícia Abreu pabreu@negocios.pt 04 de Janeiro de 2020 às 15:00
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