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Queda de quase 3% do BCP pressiona bolsa de Lisboa

As praças europeias cederam os ganhos obtidos depois de Trump e a China terem conseguido alcançar uma trégua comercial durante o fim de semana. Este sentimento negativo contagiou Lisboa, pressionada pela queda de quase 3% do BCP.

Pedro Catarino/CM
Rita Atalaia ritaatalaia@negocios.pt 04 de Dezembro de 2018 às 16:46
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As bolsas europeias regressaram às perdas, com os investidores a duvidarem do acordo comercial alcançado entre os EUA e a China durante o fim-de-semana. Lisboa acabou por ser arrastada pela maré vermelha, pressionada pela descida de quase 3% do BCP.

 

O índice de referência nacional, o PSI-20, encerrou em baixa de 1,01% para 4.938,51 pontos, com 12 cotadas em baixa, cinco em alta e uma inalterada. Isto depois de ter avançado mais de 1,5% na sessão anterior, à boleia do acordo entre os dois países que permitiu suspender durante 90 dias a imposição de novas tarifas, dando mais tempo para iniciarem negociações.

 

O optimismo em torno deste acordo acabou por evaporar. "Sim, houve uma suspensão das tarifas", afirmou Delores Rubin, trader sénior de acções do Deutsche Bank Wealth Management, à CNBC, mas "ainda não se revolveu nada".

 

Por Lisboa, o BCP foi das cotadas que mais pressionou a praça portuguesa. O banco liderado por Miguel Maya recuou 2,94% para 24,75 cêntimos. Isto ao mesmo tempo que a Galp Energia caiu 1,33% para 14,86 dólares, apesar de os preços do petróleo registarem uma trajectória de subida.

No sector do papel, o dia também foi de perdas. A Altri cedeu 1,94% para 6,57 euros, enquanto a Semapa desceu 3,36% para 13,82 euros e a Navigator caiu 3,69% para 3,702 euros. 

No retalho, a Sonae desvalorizou 1,73% para 85,25 cêntimos, enquanto a Jerónimo Martins subiu 0,14% para 10,60 euros, ajudando a travar a queda do índice nacional. 

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