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Queda de quase 4% do BCP leva PSI-20 para a maior perda diária em quatro meses

A bolsa nacional registou o segundo recuo consecutivo, numa dia em que o BCP registou o pior desempenho entre as cotadas nacionais.

O banco liderado por Miguel Maya aumentou os lucros em mais de 60% no arranque do ano.
Tiago Petinga/Lusa
Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 18 de Junho de 2021 às 16:46
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O índice PSI-20 terminou esta última sessão da semana com uma queda de 2,28% para os 5.063,87 pontos, liderando as perdas entre os pares no continente europeu, num dia em que os investidores se afastaram dos ativos de maior risco, ainda a assimilarem uma possível retirada de estímulos por parte da Reserva Federal dos EUA.

Por cá, o dia findou com praticamente todas as cotadas no "vermelho" (15), com duas outras empresas - a Ramada (+1,02%) e a Novabase (+1,45%) a negociarem em contraciclo. 

A maior perda do dia foi registada pelo Banco Comercial Português, que desvalorizou 3,84% para os 14,51 cêntimos por ação, estando a corrigir dos ganhos registados nos últimos dois meses.

O banco liderado por Miguel Maya elevou para mais de 30% a escalada registada desde os mínimos de abril. Contudo, esta semana, o BCP foi também a cotada que mais caiu, com uma perda na ordem dos 7%. 

A perspetiva de uma subida de juros mais rápida nos Estados Unidos provocou uma primeira reação negativa nos mercados acionistas, na sessão se quarta-feira e de ontem. A exceção foi o setor financeiro, que aplaudiu a notícia de um regresso a taxas de juro positivas. O setor da banca na Europa avançou 0,4%, contrariando o pessimismo nos mercados. Hoje, corrigiu e perdeu 2,85%.

Hoje destacaram-se ainda as quedas da EDP Renováveis (-3,19%) e da EDP (-2,29%), bem como da Galp (-3,11%) e da Sonae (-2,77%). 
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