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Quedas da banca e PT arrastam bolsa nacional (act)

A bolsa nacional fechou em terreno negativo, penalizada pela Portugal Telecom e pelo sector da banca, principalmente o BCP que viu o seu "rating" ser cortado em dois níveis pela Moody"s.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 14 de Julho de 2010 às 16:44
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O PSI-20 recuou 0,69% para os 7.262,18 pontos, com duas acções em alta e 18 em queda e uma inalterada.

O índice português acompanhou, assim, o desempenho dos principais pares europeus que corrigem hoje de uma série de seis dias de ganhos, uma tendência em parte justificada pela tomada de mais-valias.

Por cá, o Banco Comercial Português foi o título que mais pressionou com uma desvalorização de 2,17% para os 0,63 euros. Já o Banco Espírito Santo deslizou 1,32% para os 3,518 euros enquanto o Banco BPI perdeu 0,71% para os 1,61 euros.

A banca reagiu em queda ao facto de a agência de notação financeira Moody’s ter revisto em baixa a classificação do risco da dívida de oito instituições financeiras.

O banco presidido por Carlos Santos Ferreira registou a maior queda porque sofreu um corte de dois níveis no “rating”. O Banco Espírito Santo e o Banco BPI sofreram um corte de apenas um nível no seu “rating”.

Fora do PSI-20, o Banif, que também sofreu um corte de dois níveis afundou 3,53% para os 0,82 euros.

A pressionar o PSI-20 fechou também a Portugal Telecom com uma queda de 0,92% para os 8,175 euros. Esta é a segunda sessão consecutiva de perdas para a operadora liderada por Zeinal Bava, depois de ontem Cesár Alierta, presidente executivo da Telefónica, ter sublinhado que o prazo da oferta sobre a sua posição na brasileira Vivo termina no dia 16 de Julho, próxima sexta-feira.

No restante sector, a Sonaecom escorregou 0,21% para os 1,411 euros enquanto a Zon caiu 2,28% para os 3,30 euros.

A travar maiores queda fechou a Energias de Portugal com uma valorização de 0,69% para os 2,497 euros. Ontem, a Moody’s decidiu manter a classificação de “A3” à divida da eléctrica, no seguimento do corte em dois níveis do “rating” da dívida portuguesa.

No restante sector de energia a sua participada, EDP Renováveis acompanhou com um ganho de 0,68% para os 5,054 euros enquanto a Galp Energia caiu 0,59% para os 12,70 euros.



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