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Quedas do BCP, BES e EDP arrastam PSI20 para desvalorização de 0,96% (act.)

A Bolsa encerrou em queda, com o BCP, o BES e a EDP a resvalarem mais de 1%, pressionando o PSI20 para uma descida de 0,96%. O índice, em contra ciclo com o resto da Europa, fechou a semana sem uma única sessão de ganhos.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 16 de Agosto de 2002 às 16:58
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A Bolsa encerrou em queda, com o BCP, o BES e a EDP a resvalarem mais de 1%, pressionando o PSI20 para uma descida de 0,96%. O índice, em contra ciclo com o resto da Europa, fechou a semana sem uma única sessão de ganhos.

O PSI20 [PSI20], depois do feriado da véspera, completou a semana a marcar 5.901,26 pontos, com 13 acções em queda, quatro inalteradas e três a valorizarem, duas das quais do Grupo Portugal Telecom (PT).

A Bolsa de Madrid e de Milão que ontem estiveram igualmente encerradas, fecharam hoje com valorizações superiores a 2%.

Em Lisboa, o comportamento do sector da banca foi determinante para o desfecho da sessão, com o Banco Comercial Portugal (BCP) [BCP] a cair 1,43% para os 2,76 euros, seguido pelo Banco Espírito Santos (BES) [BESNN] que caiu 1,79% para os 11 euros. A instituição liderada por Ricardo Salgado vinha de uma série de cinco sessões sucessivas sem perder valor. O BPI [BPIN] manteve-se inalterado nos 2,20 euros.

No segmento das telecomunicações, a Portugal Telecom (PT) [PTC] cresceu 0,33% para os 6 euros, aquém da valorização de 4% conseguida pela congénere espanhola Telefónica. A unidade da PT para a área de Internet e media, a PT Multimédia [PTM], avançou 0,83% para os 7,26 euros.

A SonaeCom [SNC], detentora da Optimus, desceu 1,1% para os 1,79 euros, enquanto a rival para a área móvel, Vodafone Telecel [TLE] escorregou 1,72% para os 7,41 euros.

O papel mais líquido do dia foi a Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] que movimentou 4,23 milhões de acções, tendo encerrado a semana em queda de 1,18% para os 1,68 euros.

A Brisa [BRISA] escorregou 0,95% para os 5,20 euros. Os prejuízos da Companhia de Concessões Rodoviárias (CCR) registaram um agravamento para os 101,1 milhões de reais (32,38 milhões de euros) no segundo trimestre, com a desvalorização do real face ao dólar a prejudicar o desempenho da empresa detida em 17% pela Brisa.

As acções da Sonae SGPS [SON], que na quarta-feira desvalorizaram 3,77% para os 0,51 euros, mantiveram-se hoje inalteradas.

No sector dos cimentos, a Cimpor [CIMP] caiu 3,47% para os 17,83 euros, enquanto a Teixeira Duarte [TXDE] deu um tombo de 5,05% para os 0,94 euros.

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