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Quedas do BCP e EDP arrastam Euronext Lisbon; PSI20 cai 1,03% (act.)

A Bolsa nacional encerrou com o PSI20 a desvalorizar 1,03%, num dia em que as maiores praças na Europa sofrerem quedas superiores a 3%. Em Lisboa, a desvalorização de 2,42% do BCP foi determinante para o desfecho da sessão.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 28 de Agosto de 2002 às 16:56
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A Bolsa nacional encerrou com o PSI20 a desvalorizar 1,03%, num dia em que as maiores praças na Europa sofrerem quedas superiores a 3%. Em Lisboa, a desvalorização de 2,42% do BCP foi determinante para o desfecho da sessão.

O PSI20 [PSI20] encerrou nos 6.117,00 pontos, com 14 acções a desvalorizarem, quatro a subirem, e duas inalteradas, numa sessão em que as maiores praças europeias perderam em média 3%, depois do anúncio pelo Ifo da confiança dos empresários alemães em Agosto, que ficou aquém do esperado.

Os três bancos listados no PSI20 perderam valor, com o Banco Comercial Português (BCP) [BCP] a cair 2,42% a marcar 2,82 euros, seguido pelo [BPIN] que desceu 0,88% para 2,25 euros, e pelo Banco Espírito Santos (BES) [BESNN] cujas acções retrocederem 0,53% para os 11,23 euros.

A Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] foi a acção mais líquida do índice, com a pressão de venda a levar o papel a escorregar 1,79% até aos 1,65 euros. A eléctrica movimentou mais de quatro milhões de títulos.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] deixou-se arrastar pelo sentimento no sector, retrocedendo 0,79% para os 6,54 euros. A Vodafone Telecel [TLE] voltou a escorregar abaixo dos 8 euros, caindo 2,36% para terminar nos 7,86 euros.

A SonaeCom [SNC] tombou 3,28% para os 1,77 euros, no dia em que as novas acções da SonaeCom, resultantes do mais recente aumento de capital, foram admitidas à negociação. Segundo uma nota diária do ES Research, a empresa poderá vir a ter necessidade de aumentar novamente o capital para fazer face à eventual entrada «agressiva» da ONI Way no mercado de telefonia móvel.

A Brisa [BRISA], na véspera da apresentação das contas do semestre, aumentou 0,92% para os 5,50 euros, elevando para 2,8% a valorização na semana. Segundo uma «poll» de oito analistas contactados pelo Negocios.pt, os lucros da Brisa no primeiro semestre deverão sair no intervalo de 150,2 e 178,3 milhões de euros.

A Jerónimo Martins (JM) [JMAR] cresceu pela sexta sessão consecutiva, período durante o qual aumentou 17%, com o plano de redução de dívida através da alienação de activos, a agradar os investidores. Hoje, a retalhista subiu mais 2,79% para os 6,99 euros.

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