Bolsa Regresso às negociações e dados do emprego animam Wall Street

Regresso às negociações e dados do emprego animam Wall Street

As bolsas dos Estados Unidos estão a ser animadas pela notícia da retomada das negociações com Pequim e pelos dados sobre a criação de emprego, que foram melhores do que o esperado.
Regresso às negociações e dados do emprego animam Wall Street
Reuters
Rita Faria 05 de setembro de 2019 às 14:40

As bolsas norte-americanas abriram em alta esta quinta-feira, 5 de setembro, animadas pela retomada das negociações entre os Estados Unidos e a China, que poderão trazer progressos na resolução do conflito comercial.

 

O índice industrial Dow Jones avança 0,91% para 26.355,47 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq sobe 1,23% para 8.075,48 pontos. Já o S&P500 valoriza 1,01% para 2.967,31 pontos.

 

A notícia sobre a nova ronda de negociações de alto nível foi dada esta quinta-feira pelo ministro chinês do Comércio, que informou que se irá reunir com as autoridades norte-americanas em Washington no início de outubro.

 

A marcação desta reunião já está a ser vista como um progresso na relação entre os dois países, que se deteriorou nos últimos dias com a imposição de novas tarifas de parte a parte.

 

As empresas mais sensíveis a estas questões comerciais, como as fabricantes de chips, estão entre as que mais valorizam com estes progressos, como é o caso da Intel, que avança 3,43% para 50,60 dólares, da Advanced Micro Devices, que valoriza 3,07% para 31,90 dólares, e da Nvidia, que ganha 4,24% para 175,92 dólares

 

O mesmo acontece com pesos pesados do setor industrial, como é o caso da Boeing e da Caterpillar, que sobem 1,5% para 361,83 dólares e 2,35% para 121,90 dólares, respetivamente.

 

A contribuir para o otimismo do mercado estão ainda os dados do emprego, revelados esta quinta-feira pelo ADP Research Institute, que mostram que o setor privado criou emprego ao ritmo mais acelerado dos últimos quatro meses.

 

Em agosto, foram criados 195 mil postos de trabalho, muito acima dos 142 mil de julho, e das projeções dos economistas, que apontavam para a criação de 148 mil novos empregos.




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