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Relações comerciais EUA-China deixam investidores cautelosos e quebram Wall Street

As bolsas norte-americanas encerraram em terreno negativo, numa altura em que os investidores tentam avaliar as perspetivas de um acordo comercial entre Washington e Pequim.

Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 07 de Outubro de 2019 às 21:06
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O Dow Jones encerrou a ceder 0,36% para 26.477,75 pontos e o Standard & Poor’s 500 recuou 0,45% para 2.938,78 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite deslizou 0,33% para 7.956,29 pontos.

 

As bolsas do outro lado do Atlântico estiveram a negociar sem grande direção ao longo de todo o dia, mas acabaram por fechar a sessão no vermelho, tal como na abertura da jornada.

 

Os investidores estão a tentar avaliar as perspetivas de um acordo comercial entre Washington e Pequim, isto numa altura em que as duas maiores economias do mundo se preparam para uma nova ronda de conversações.

 

Esta semana deverá ser marcada por reuniões em Washington entre a comitiva liderada pelo vice-presidente chinês, Liu He, e os responsáveis americanos.

 

A meio do dia houve algum ânimo com o facto de o conselheiro da Casa Branca, Larry Kudlow, ter dito que os EUA não pretendem excluir da bolsa americana empresas chinesas – depois de responsáveis chineses terem já indicado que os tópicos que precisam de ser discutidos diminuíram consideravelmente.

 

No entanto, isto não foi suficiente para manter um sentimento positivo junto dos investidores e as bolsas norte-americanas acabaram por não conseguir fechar em alta.

 

Esta semana há também novos dados económicos em foco nos EUA. Recentes indicadores – inflação, gastos dos consumidores e atividade industrial – sinalizaram um arrefecimento da economia norte-americana, o que reforçou a convicção de que a Fed deverá cortar pelo menos mais uma vez os juros diretores este ano (já o fez duas vezes em 2019, depois de 10 anos e meio sem os descer). Aliás, crescem as apostas numa redução da taxa diretora já na reunião deste mês.

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