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Relatório da Standard & Poor’s anima praças norte-americanas

As principais bolsas dos Estados Unidos conseguiram encerrar em terreno positivo, pela segunda sessão esta semana, depois de a Standard & Poor’s ter referido que os bancos já praticamente amortizaram todas as suas perdas relacionadas com os empréstimo

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 13 de Março de 2008 às 20:29
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As principais bolsas dos Estados Unidos conseguiram encerrar em terreno positivo, pela segunda sessão esta semana, depois de a Standard & Poor’s ter referido que os bancos já praticamente amortizaram todas as suas perdas relacionadas com os empréstimos "subprime".

Por outro lado, a subida do ouro, que superou a fasquia dos 1.000 dólares por onça, contribuiu para a forte subida dos títulos mineiros.

O Dow Jones [indu] fechou a ganhar 0,30%, fixando-se nos 12.146,47 pontos. O S&P 500 [spx] encerrou a subir 0,50%, nos 1.315,37 pontos. O índice compósito Nasdaq [ccmp] terminou a marcar 2.263,61 pontos, o que correspondeu a uma valorização de 0,88%.

A Newmont Mining, segunda maior produtora mundial de ouro, atingiu o nível mais alto desde Janeiro, depois de o ouro atingir um novo máximo histórico, nos 1.001,50 dólares por onça.

A Fannie Mae, maior credora norte-americana na área das hipotecas, ajudou a impulsionar os títulos financeiros – que estavam a cair 4% -, depois de a S&P ter publicado um relatório em que dizia que os bancos praticamente já divulgaram a grande maioria das suas amortizações. A Standard & Poor’s, apesar de acreditar que ainda vão existir mais amortizações, disse que as perdas associadas ao "subprime" estarão perto do fim.

"As notícias ligeiramente positivas por parte da Standard & Poor’s ajudaram a dar fôlego ao mercado", comentou à Bloomberg um gestor da Penn Capital Management, Eric Green.

As bolsas tinham estado a cair durante parte da sessão, penalizadas pelo anúncio de que um fundo obrigacionista do Carlyle Group pode estar à beira da falência. A inesperada queda das vendas no retalho também foi mais um sinal de que a economia estará a entrar em recessão, o que contribuiu para a turbulência dos mercados.

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