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Resultados e queda do petróleo impulsionam bolsas europeias

As bolsas europeias valorizavam, depois da queda do petróleo para mínimos de 12 semanas ter melhorado as previsões para as transportadoras aéreas e de empresas como a Siemens e LVMH Moet Mennessy Louis Vuitton terem apresentado resultados que superaram as estimativas os analistas. O stoxx50 avançava 0,92%.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 30 de Julho de 2008 às 09:45
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As bolsas europeias valorizavam, depois da queda do petróleo para mínimos de 12 semanas ter melhorado as previsões para as transportadoras aéreas e de empresas como a Siemens e LVMH Moet Mennessy Louis Vuitton terem apresentado resultados que superaram as estimativas os analistas. O Stoxx50 avançava 0,92%.

O preço do barril de petróleo mantém a tendência negativa das últimas sessões e está a ser negociado no valor mais baixo dos últimos três meses, nos 121 dólares em Nova Iorque. Desde os recordes, fixados no início deste mês, a matéria-prima já caiu mais de 17%.

O West Texas Intermediate (WTI), para entrega em Setembro, seguia a perder 0,07%, para 122,28 dólares barril no mercado nova-iorquino, depois de ontem ter chegado a negociar nos 120,42 dólares, o valor mais baixo das últimas doze semanas. Em Londres, o Brent do Mar do Norte perdia 0,20% para 122,95 dólares.

Esta desvalorização impulsionou as transportadoras aéreas perante melhores perspectivas para os seus lucros como é o caso da British Airways que está a subir 3,62% para os 257,5 pence.

Para além disso, os resultados apresentados pela Siemens e pela LVMH também estão a animar a negociação.

A Siemens anunciou uma quebra dos lucros no terceiro trimestre fiscal, ainda assim os números superaram as estimativas dos analistas, devido às encomendas de equipamentos de actualizações para centrais de energia e geradores nos EUA e na China. A empresa alemã disparava 6,19% para os 77,75 euros.

Também a fabricante de bens de luxo, a LVMH, anunciou uma subida de 25% na suas vendas na Ásia. A empresa já subiu um máximo de 5,10 para os 71,50 euros.

Entre os índices que mais subiam, estavam o britânico FTSE, que ganhava 1,17%, o francês CAC, que apreciava 1,03% e o holandês AEX, que somava 1,68%.

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