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Resultados impulsionam bolsas dos EUA, com Nasdaq em novo recorde

As bolsas dos Estados Unidos abriram em alta pela terceira sessão, animadas pelos resultados de empresas, como o Morgan Stanley. O índice tecnológico Nasdaq negoceia num novo máximo histórico.

Bloomberg
Rita Faria afaria@negocios.pt 20 de Julho de 2015 às 14:39
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Os principais índices norte-americanos abriram em alta esta segunda-feira, 20 de Julho, pela terceira sessão consecutiva, animados pelos resultados das empresas, que têm apresentado as suas contas do segundo trimestre ao mercado.

O índice industrial Dow Jones sobe 0,12% para 18.107,96 pontos, enquanto o S&P500 valoriza 0,1% para 2.128,36 pontos. Já o Nasdaq soma 0,23% para 5.222,06 pontos, um valor que representa um novo máximo histórico. O índice tecnológico tem batido sucessivos recordes desde quinta-feira passada, animado pelos ganhos de empresas como o Facebook e a Google. 

"Os resultados estão a correr muito bem até agora", afirmou Christian Zogg, gestor de activos da LLB Asset Management. "Acho que o mercado vai ter um bom desempenho, mas não espero grandes subidas. As acções do sector da tecnologia registaram fortes subidas, e provavelmente farão hoje uma pausa".

Entre as empresas que apresentaram resultados esta segunda-feira está o Morgan Stanley, que valoriza 1,58% para 40,83 dólares. O banco norte-americano conseguiu registar, ao contrário dos pares, uma subida da receita de corretagem, o que impulsionou o produto bancário e, daí, o lucro.O resultado líquido no segundo trimestre foi de 1,81 mil milhões de dólares (1,67 mil milhões de euros), ou 85 cêntimos de dólares por acção, uma quebra de 4,8% para os 1,9 mil milhões de dólares, segundo o comunicado publicado esta segunda-feira, 20 de Julho.

A Halliburton Co. avança 3% para 41,19 dólares depois de ter anunciado os seus resultados, que caíram menos do que o esperado. Já a Newmont Mining Corp desce 4,4% para 19,77 dólares com o ouro a negociar em mínimos de cinco anos. 

Além dos resultados das empresas, os investidores vão estar atentos à divulgação de vários indicadores económicos – como dados sobre o mercado imobiliário e os pedidos de subsídio de desemprego – ao longo da semana, para obterem pistas sobre a altura mais provável para a Reserva Federal norte-americana subir os juros.

James Bullard, presidente da Reserva Federal de St. Louis afirmou, esta segunda-feira, que há 50% de probabilidades de o banco central aumentar os juros em Setembro. Em entrevista à Fox Business Network, o responsável disse ainda que a economia norte-americana deverá crescer 3% no segundo semestre deste ano

(Notícia actualizada às 14h52 com mais cotações)

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