Bolsa Retalho e papel impulsionam bolsa nacional

Retalho e papel impulsionam bolsa nacional

A bolsa nacional subiu, à boleia do retalho e do papel, numa sessão em que o verde imperou no resto da Europa.
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Sara Antunes 15 de julho de 2019 às 16:45

A bolsa nacional fechou a sessão em alta, numa altura em que a crença de que os bancos centrais vão implementar mais medidas de estímulos está a aumentar. Se esta especulação já era grande, aumentou com os dados económicos da China. O produto interno bruto (PIB) chinês cresceu 6,2% no segundo trimestre do ano, o que corresponde ao ritmo mais brando desde 1992.

 

A animar a negociação estão também os resultados do Citigroup, o primeiro banco americano a revelar os números do segundo trimestre. A instituição financeira reportou um aumento de lucros que superou as estimativas dos analistas, o que animou os investidores e criou expectativas positivas para a época de resultados.

O PSI-20 subiu 0,74% para 5.260,02 pontos, com 12 cotadas em alta, quatro em queda e duas inalteradas. A contribuir para os ganhos esteve a subida dos setores do retalho e do papel.

No retalho, a Jerónimo Martins subiu 1,77% para 14,92 euros, enquanto a Sonae SGPS cresceu 1,94% para 0,8915 euros. Já no papel, a Navigator apreciou 1,06% para 3,238 euros e a Altri ganhou 0,84% para 6,025 euros. 

Destaque ainda para a Galp Energia, cujas ações avançaram 0,68% para 14,045 euros, no dia em que a petrolífera revelou que a produção de petróleo da Galp Energia subiu 3% no segundo trimestre deste ano, abaixo do crescimento de 8% registado no trimestre anterior. Ao contrário da área de produção e exploração, a refinação e distribuição registou quebras.

Ainda no setor da energia, a EDP caiu 0,12% para 3,378 euros, enquanto a EDP Renováveis manteve-se nos 9,10 euros. 

A contribuir para os ganhos da bolsa esteve ainda o BCP, cujos títulos subiram 0,49% para 0,2856 euros.


(Notícia atualizada às 16:47 com mais cotações)




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