Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Sector farmacêutico evita maiores quedas das praças europeias

A maioria das praças europeias desvalorizava pressionada pelas petrolíferas, que anulavam os ganhos do sector farmacêutico. O Dow Jones Stoxx 50 seguia pouco alterado a avançar 0,01% para os 2.786,75 pontos.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 17 de Dezembro de 2004 às 11:40
  • Assine já 1€/1 mês
  • ...

A maioria das praças europeias desvalorizava pressionada pelas petrolíferas, que anulavam os ganhos do sector farmacêutico. O Dow Jones Stoxx 50 seguia pouco alterado a avançar 0,01% para os 2.786,75 pontos.

O sector farmacêutico valorizava impulsionado pela AstraZeneca devido ao optimismo de que os novos medicamentos vão impulsionar as receitas.

O IBEX [ibex] recuava 0,29% para os 8.872,7 pontos. O Santander perdia 0,45% para os 8,92 euros. O Santander Central Hispano está à procura de investidores para a compra de 32% que o banco detém na Companhia Espanhola de Petroleos (Cepsa), com o objectivo de resolver a disputa com o principal accionista, a Total, de acordo com o jornal espanhol «Expansión».

A Telefónica [tef] depreciava 0,73% para 13,65 euros e a Repsol desvalorizava 0,75% para os 18,64 euros.

Em Londres, o FTSE [ukx] ganhava 0,08% para os 4.739,2 pontos, a contrariar a tendência com as farmacêuticas a impulsionarem o índice. A AstraZeneca subia 1,17% para os 2.080 pences e a Glaxosmithkline avançava 0,17% para os 1.198 pences. O Citigroup reviu ontem em alta a recomendação para os títulos da GlaxoSmithKline, de «manter» para «comprar», defendendo que os lucros irão beneficiar da introdução de novos medicamentos da empresa no mercado.

O CAC [cac] descia 0,57% para os 3.788,80 pontos com a France Telecom e a Total a caírem 1,92% para os 24,02 euros e 0,69% para os 159,2 euros, respectivamente. A Vivendi também recuava, com uma desvalorização de 1,92% para as 23,54 euros. Dos 40 títulos negociados no principal índice francês, 28 seguiam em queda.

O DAX [dax] cotava nos 4.226,37 pontos com uma queda de 0,17%. A E.ON deslizava 1,74% para 65,1 euros, e o Deutsche Bank caía 0,44% para os 65,14 euros.

Em Amesterdão, o AEX [aex] recuava 0,29% para os 345,43 pontos. A Philips Electronics desvalorizava 0,96% para os 19,54 euros e a Royal Dutch Petroleum, dona de 60% da Shell, perdia 0,36% para os 42,02 euros. A contrariar a queda seguia o ABN Amro, depois de ontem ter anunciado que vai reduzir mais de 2,8 mil postos de trabalho, o que representa cerca de 3% da sua força laboral, com a queda dos lucros.

Outras Notícias