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Sector financeiro arrasta Bolsas europeias; Euro Stoxx 50 cai 3%

As Bolsas europeias fecharam hoje em forte queda arrastadas sobretudo pelo sector financeiro, depois de a taxa de desemprego nos EUA ter atingido o máximo dos últimos quatro anos. O Euro Stoxx 50 descia 3%.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 07 de Setembro de 2001 às 18:32
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As Bolsas europeias fecharam hoje em forte queda arrastadas sobretudo pelo sector financeiro, depois de a taxa de desemprego nos EUA ter atingido o máximo dos últimos quatro anos. O Euro Stoxx 50 descia 3%.

O Euro Stoxx 50 seguia nos 3.396,40 pontos, perto de atingir um novo mínimo desde 19 de Fevereiro de 1999. O índice do Dow Jones para o sector financeiro na Europa seguia em queda de 3,75%, depois de a taxa de desemprego nos Estados Unidos ter atingido os 4,9% em Agosto.

As empresas de telecomunicações prosseguiam a sua tendência de queda contribuindo para o registo negativo do Euro Stoxx 50. A Nokia descia 5,47%.

Na Alemanha o DAX seguia a cair 2,89% para os 4.734 pontos. O Deutsche Bank [DBK] caia 6,12% para os 66,47 euros (13.326 escudos) e a Allianz deslizou 9,40% até aos 263,25 euros (52.776 escudos). O principal responsável pela queda do DAX era a DaimlerChrysler, com uma desvalorização de 5,98%.

Em Espanha também o sector bancário foi o responsável pela queda do IBEX de 2,25%, com o Banco Santander Central Hispano a descer 1,67% para os 9,40 euros (1.884 escudos). A Telefónica caiu 5,57% até aos 10,86 euros (2.177 escudos).

Em Amesterdão as quedas de 4,89% do ABN Amro e de 5,09% do ING Groep arrastaram o AEX para uma desvalorização de 2,86% até aos 486,04 pontos.

O CAC 40 desceu para os 4.413 pontos com uma desvalorização de 1,50%, pressionado pela queda de 1,48% da Total Fina e de 3,29% da Vivendi, para os 50 euros (10.024 escudos). A subida de 3% da STMicroelectronics contribuiu para uma menor queda do índice de Paris.

A descida de 4,05% do banco inglês HSBC Holdings e a queda de 1,88% da petrolífera BP Amoco puxaram o FTSE para uma desvalorização de 2,57% até aos 5.070 pontos. A Vodafone, principal accionista da Telecel, caiu 2,55%.

Em Itália o Mibtel registou das menores quedas da Europa devido à valorização da Telecom Itália Mobile. No entanto a Telecom Italia caiu 1,76% levando o índice de Milão a descer 0,98%.

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