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S&P 500 atinge nível mais alto de sempre no fecho

As bolsas do outro lado do Atlântico encerraram em alta, com destaque para o Standard & Poor’s 500, que registou o nível de fecho mais elevado de sempre.

Expectativa em torno da Fed e menos encomendas de bens duradouros penalizam EUA
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 28 de Março de 2013 às 20:21
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A contribuir para o movimento positivo dos mercados accionistas norte-americanos esteve sobretudo o facto de o crescimento económico dos EUA ter abrandado menos do que o estimado. Com efeito, o PIB do país registou um aumento de 0,4% em ritmo anual, no quarto trimestre, contra uma previsão de 0,1% e contra uma subida de 3,1% no terceiro trimestre.

 

Além disso, os receios em torno da crise da dívida na Zona Euro estiveram hoje mais atenuados, com a reabertura dos bancos cipriotas, o que ajudou ao optimismo nas bolsas.

 

O S&P 500 foi a vedeta da sessão, terminando a subir 0,4% para 1.569,88 pontos. Foi o valor mais alto do índice num fecho de sessão. Recorde-se que o anterior nível mais elevado de fecho do S&P tinha sido marcado a 9 de Outubro de 2007, quando se fixou nos 1.565,15 pontos.

 

Se o S&P 500 ultrapassar os 1.576,09 pontos, será o máximo de sempre. O índice está assim a apenas 6,21 pontos do máximo histórico.

 

Este “bull market” nos EUA já dura há quatro anos, desde que a 9 Março de 2009 foi atingido o patamar mais baixo de 12 anos nos principais índices norte-americanos. Desde esse mínimo de 676,53 pontos, o Standard & Poor’s 500 já valorizou 131% e sete dos títulos que compõem o índice já dispararam mais de 1.000% no mesmo período.

 

O índice industrial Dow Jones, por seu lado, terminou a ganhar 0,36% para 14.578,54 pontos, continuando assim a rondar os máximos históricos (de 14.585,10 pontos, atingidos este mês), enquanto o Nasdaq avançou 0,34% para se estabelecer nos 3.267,52 pontos.

 

Mas não são apenas os índices que estão a negociar em patamares históricos. Na sessão de hoje, muitos foram os títulos norte-americanos que marcaram máximos de sempre, nomeadamente a Colgate-Palmolive, Costco, Mastercard, Visa e Unilever.

 

Destaque também para a subida da McDonald’s e da IBM, que estiveram entre os melhores desempenhos das grandes empresas.

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