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Subida dos juros da dívida pública pressiona Nasdaq e S&P 500

Os principais índices acionistas norte-americanos encerraram no vermelho, com exceção do Dow, que conseguiu manter-se ligeiramente à tona.

Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 22 de Fevereiro de 2021 às 21:09
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O Dow Jones fechou a subir 0,09%, para 31.521,69 pontos, depois de durante a sessão ter tocado nos 31.653,48 pontos, o valor mais alto de sempre.

 

Já o Standard & Poor’s 500 cedeu 0,77% para 3.876,50 pontos. Na transação intradiária de terça-feira da semana passada tocou nos 3.950,43 pontos – o que constituiu um novo máximo histórico – antes de fechar em baixa.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite perdeu 2,46% para 13.533,05 pontos, um mínimo de três semanas. No dia 16 de fevereiro fixou um recorde nos 14.174,56 pontos.

 

A subida dos juros das obrigações do Tesouro dos EUA e a perspetiva de um aumento da inflação decorrente dos novos estímulos esperados para a economia intensificaram os receios de que haja muitas ações sobrevalorizadas – pelo que os títulos das empresas com grande crescimento foram mais penalizados.

 

Uma vez mais, observou-se uma pressão vendedora sobre as tecnológicas, que registaram fortes valorizações nos últimos tempos, o que levou hoje o Nasdaq a fortes perdas.

 

Os investidores estão a preferir vender títulos das tecnologias e virarem-se para ações cíclicas, que são mais sensíveis à economia, em antecipação de uma retoma da economia norte-americana assim que a covid-19 esteja controlada.

 

O setor das viagens é um exemplo do novo apetite por parte dos intervenientes de mercado, já que se espera uma retoma destas empresas com a flexibilização das restrições decorrentes da pandemia.

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