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Subida das matérias-primas leva Wall Street a recuperar da maior queda desde Novembro

As fabricantes de “commodities” e produtoras de energia lideraram a recuperação das bolsas norte-americanas, que beneficiaram também com as conclusões da reunião dos ministros das Finanças do G-20.

Bloomberg
Negócios 22 de Abril de 2013 às 21:51
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As bolsas norte-americanas fecharam em terreno positivo, num fecho de sessão em que os índices acentuaram a tendência e ganhos, beneficiando com a recuperação das cotações das matérias-primas.

 

O Dow Jones ganhou 0,14% para 14.567,17 pontos e o Nasdaq avançou 0,86% para 3.233,55 pontos. O S&P500 valorizou 0,47% para 1.562,5 pontos, depois de na semana passada o índice ter registado a queda mais acentuada desde Novembro (-2,1%).

 

A Caterpillar ganhou 2,83% para 82,71 dólares, depois de ter anunciado um cenário optimista para o mercado chinês e um plano para comprar acções próprias. Numa sessão em que as matérias-primas recuperaram de quedas recentes, a Exxon Mobil ganhou 0,73% e a DuPont subiu 2,48%.

 

As tecnológicas também suportaram os ganhos dos índices, com a Microsoft a ganhar 3,46%, a Intel a avançar 1,96% e a HP a subir 1,02%.   

 

A reunião dos ministros das Finanças do G20, na sexta-feira, também deu alento aos investidores, já que estes comprometeram-se a tomar medidas para impulsionar o crescimento global e dizem estar cientes dos efeitos negativos da flexibilização monetária. “Foi encorajador ver que não houve resistência do G20 às políticas monetárias do Japão. Os mercados estão optimistas e esperam que a flexibilização monetária e a fraqueza do iene se mantenham durante os próximos tempos", disse à Bloomberg a analista Veronika Pechlaner. 

 

Após a tomada de posse do novo governador, Haruhiko Kuroda, o banco central japonês reviu radicalmente a sua política e anunciou novas medidas de flexibilização monetária em termos “quantitativos e qualitativos”. Objectivo: tentar livrar o Japão da espiral deflacionista em que mergulhou há quase duas décadas.

 

A 4 de Abril, o Banco do Japão (BoJ) anunciou um novo e agressivo pacote de estímulos, assente na duplicação da base monetária ao longo de dois anos e na perseguição de um objectivo de 2% para a inflação.

 

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