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Subidas acima de 1% da Sonae e BPI impulsionam bolsa

As valorizações da Sonae SGPS e do BPI superiores a 1% impulsionavam a Euronext Lisbon, que inverteu a tendência registada no início da sessão. O PSI-20 ganhava 0,22%, acompanhando a tendência das congéneres europeias.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 02 de Agosto de 2005 às 13:15

As valorizações da Sonae SGPS e do BPI superiores a 1% impulsionavam a Euronext Lisbon, que inverteu a tendência registada no início da sessão. O PSI-20 ganhava 0,22%, acompanhando a tendência das congéneres europeias.

O PSI-20 [psi20] subia para os 7.604,20 pontos, voltando ao nível registado no final de 2004, numa altura em que nove títulos subiam, seis caíam e cinco seguiam inalterados.

As praças europeias valorizavam impulsionadas pelas petrolíferas que beneficiavam da escalada do petróleo na sessão de ontem.

As negociações entre a Wal-Mart e a Sonae, para a aquisição dos supermercados da empresa portuguesa no Brasil, por parte da maior distribuidora do mundo, estão já na recta final, noticiou o «Valor Econômico». Numa operação em que a Sonae deverá encaixar cerca de 800 milhões de euros.

As acções da Sonae SGPS [son] subiam 1,68% para os 1,21 euros e os títulos da Modelo Continente [mcon] seguiam inalterados nos 1,67 euros, depois de terem subido 1,80%.

A especulação em torno de uma possível OPA sobre o Banco BPI [bpin] continua a impulsionar os títulos do banco liderado por Fernando Ulrich. As acções da instituição bancária subiam 1,17% para os 3,46 euros, depois de terem somado mais de 3% renovando o máximo de Março de 2001.

As acções do Banco BPI já acumulam um ganho de 7,45% desde 26 de Julho, dia em que foram renovados os rumores de que o banco possa vir a ser alvo de uma Oferta Pública de Aquisição por parte de uma instituição estrangeira, ou que alguns accionistas de referência reforcem no capital do banco por razões contabilísticas.

«A história é velha, mas os títulos continuam em alta», explicou um operador ao Jornal de Negócios Online.

O Banco Comercial Português (BCP) [bcp] seguia inalterado nos 2,09 euros enquanto o Banco Espírito Santo (BES) [besnn] avançava 0,08% para os 12,70 euros. A Portugal Telecom (PT) [ptc] apreciava 0,13% para os 7,84 euros, depois de ter recuado nos últimos dois dias.

A possibilidade da Novabase, com uma capitalização bolsista de 175 milhões de euros, vir a ser alvo de uma oferta pública de aquisição por parte da PT, conforme notícia do «Expresso» no sábado, continua a animar a negociação das duas empresas, depois da nenhuma das envolvidas ter desmentido a possibilidade de OPA.

A Novabase [nba] recuava 0,16% para os 6,11 euros, depois de ter subido mais de 3% na sessão de ontem.

A ParaRede [para], contagiada com a especulação de movimentos de consolidação no sector em que actua, subia 7,41% para os 0,29 euros, com mais de 7,74 milhões de títulos negociados.

A Energias de Portugal (EDP) [edp] recuava 0,46% para os 2,17 euros, enquanto a Brisa [brisa] recuperava e subia 0,78% para os 6,42 euros.

O sector de «media» seguia inalterado, com a Impresa [ipr] a negociar nos 5,35 euros e a Cofina [cofi] nos 2,88 euros. A Media Capital [mcp] seguia inalterada nos 6,70 euros. «Depois do negócio com a Prisa», as acções da Media Capital perderam força, uma vez que as pessoas que «estavam à espera para vender, se calhar aproveitaram» o momento e agora as posições existentes são estruturais, o que diminuiu os movimentos dos títulos, explicou ao Jornal de Negócios Online, Daniel Matos, analista da corretora BIG.

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