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Tecnologias ditam perdas em Wall Street

As bolsas norte-americanas encerraram em baixa, com exceção do Dow Jones, pressionadas pelas tecnológicas em dia de apresentação de contas da Apple.

Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 29 de Janeiro de 2019 às 21:06
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O Dow Jones encerrou a somar 0,21% para 24.579,96 pontos, ao passo que o Standard & Poor’s 500 recuou 0,15% para 2.640,00 pontos.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite perdeu 0,81% para 7.028,29 pontos.

 

As bolsas do outro lado do Atlântico foram sobretudo penalizadas pelo desempenho negativo das tecnológicas, como o Twitter e Facebook, e com especial destaque para as fabricantes de microchips. Isto enquanto os investidores analisam as últimas contas apresentadas, algumas das quais abaixo do esperado e com revisões em baixa para o trimestre em curso.

 

Entretanto, era também grande a expectativa em torno dos resultados do primeiro trimestre fiscal da Apple, a serem reportados após o fecho de Wall Street – e que amanhã serão responsáveis, em grande medida, pela evolução da negociação.

 

O Dow Jones conseguiu manter-se à tona, dado o bom desempenho da generalidade das cotadas industriais, como a 3M.

 

O mercado tem refletido a prudência dos investidores numa altura em que muitas incertezas pairam no ar, como as negociações do Brexit e as conversações entre os EUA e a China com vista a pôr termo às tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo.

 

Também o risco de uma nova paralisação dos serviços federais nos EUA, a partir de 15 de fevereiro, tem criado algum ceticismo.

 

O presidente dos EUA, que na passada sexta-feira acordou com o Congresso a reabertura dos serviços federais – pondo assim fim a 35 dias de "shutdown", o mais longo da história do país –, já ameaçou impor novo "shutdown" a partir de 15 de fevereiro se não lhe derem o dinheiro que pretende para a construção do muro ao longo da fronteira com o México.

 

O financiamento temporário acordado na sexta-feira tem a duração de três semanas (até 15 de fevereiro) e permite a normalização dos serviços públicos enquanto prosseguem as negociações sobre como garantir a segurança da fronteira dos EUA com o México.

 

O chefe da Casa Branca pretende ver aprovado pelo Congresso (Senado e Câmara dos Representantes) um pacote de 5,7 mil milhões de dólares para o muro que Donald Trump quer construir.

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