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Tecnológicas arrastam Bolsas europeias; DAX cede 0,11% e CAC quebra 1,03%

As principais praças europeias terminaram a sessão a desvalorizar, arrastadas pelas empresas ligadas às novas tecnologias. O CAC parisiense recuou 1,03% enquanto o DAX alemão recuava 0,11%.

Duarte Costa 08 de Janeiro de 2002 às 18:37
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As principais praças europeias terminaram a sessão a desvalorizar, arrastadas pelas empresas ligadas às novas tecnologias. O CAC parisiense recuou 1,03% enquanto o DAX alemão recuava 0,11%.

O Euro Stoxx 50, índice que agrega as 50 maiores empresas europeias em termos de capitalização bolsista, perdia 1,05% para os 3,619,38 pontos, com a líder mundial na produção de telefones móveis, a Nokia, a perder 6,26% para os 27,09 euros, depois da casa de investimento Merrill Lynch ter revisto em baixa a sua recomendação para os títulos da empresa finlandesa.

Na Bolsa de Paris, o CAC [CAC] caiu 1,03% para os 4.568,09 pontos. A Alcatel perdeu 3,59% para os 20,15 euros e a STMicroelectronics resvalou 2,65% para os 37,40 euros.

Em Londres, o FTSE [UKX] fechou a sessão nos 5.250,40 pontos, a desvalorizar 0,82%. A Vodafone, líder mundial nas telecomunicações móveis, perdeu 1,25% para as 1,78 libras (2,87 euros), enquanto a British Petroleum quebrou 1,79% para as 5,22 libras (8,43 euros), depois de ter anunciado que ofereceu 28,03 mil milhões de euros para adquirir alguns activos da eléctrica norte-americana Enron.

O DAX [DAX], de Frankfurt, desvalorizava 0,11% para os 5.226,33 pontos. A SAP, empresa que desenvolve soluções informáticas para empresas, cedia 3,24% para os 147,90 euros e a Infineon Techonologies quebrava 5,47% para os 24,69 euros, depois de ter anunciado que vai emitir mil milhões de euros em obrigações convertíveis.

Na Bolsa de Madrid, o IBEX [IBEX], contrariou os congéneres europeus, encerando nos 8.196,60 pontos, a subir 0,11%. O Santander Central Hispano cresceu 1,52% para os 9,34 euros, depois de ter caído 4,37% na sessão anterior, enquanto o grupo Inditex, que controla as lojas Zara, ganhou 3,51% para os 22,98 euros.

O principal índice da Bolsa de Amesterdão, o AEX, perdeu 0,75% para os 494,30 pontos, reflectindo a crise económica na Argentina. O grupo retalhista Ahold caiu 3,30% para os 29,85 euros, depois de ter anunciado que criou no quarto trimestre reservas de 100 milhões de euros para fazer face às perdas na sequência da desvalorização do peso argentino, enquanto o grupo financeiro ING, que vai criar reservas de 67,26 milhões de euros para cobrir perdas na Argentina, caiu 1,90% para os 27,84 euros.

Em Milão, o MIBTEL [MIBTEL] subiu 0,65% para os 22.989 pontos, impulsionado pela eléctrica Enel, que avançou 1,96% para os 6,26 euros, depois de ter concluído a aquisição da espanhola Viesgo à Endesa, tornando-se na quinta maior eléctrica em Espanha.

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