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Telecomunicações e banca impulsionam Euronext Lisbon para subida de 1,12% (act)

A Euronext Lisbon encerrou o dia a valorizar, embora a aliviar dos máximos da sessão, com as operadoras de telecomunicações PT e Vodafone e os bancos BCP e BES a empurrarem o PSI20 para uma subida de 1,12%.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 26 de Setembro de 2002 às 16:54
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A Euronext Lisbon encerrou o dia a valorizar, embora a aliviar dos máximos da sessão, com as operadoras de telecomunicações PT e Vodafone e os bancos BCP e BES a empurrarem o PSI20 para uma subida de 1,12%.

O PSI20 [PSI20] marcava no fecho 5.413 pontos, com 13 acções a acrescentarem valor, quatro inalteradas e três em queda, numa sessão em que o índice que agrega as 20 maiores empresas nacionais em capitalização bolsista chegou a amealhar um ganho de 2,55%.

O Banco Comercial Português (BCP) [BCP] que ontem disparou 6,51%, deu continuidade à tendência com uma subida adicional de 2,18% para os 2,34 euros, com o máximo da sessão firmado nos 2,38 euros.

O Banco Sabadell, cujo capital é detido em 8,5% pelo BCP, irá distribuir aos accionistas cerca de 40% do resultados do primeiro semestre, o que deverá representar um encaixe de cerca de 3,4 milhões de euros para o BCP, segundo os cálculos do Negocios.pt.

O Banco Espírito Santo (BES) [BESNN] liderou as subidas do sector em termos percentuais, acumulando um ganho de 3,25% para os 10,79 euros. O BPI [BPIN] cresceu 0,48% a marcar 2,11 euros. Joaquim Goes, administrador do banco, disse hoje que o BES deve chegar a 2005 com uma quota de mercado de 20%.

A Portugal Telecom (PT) [PTC] e a Vodafone Telecel [TLE] encerram com ganhos de 1,19% para os 5,11 euros e 2,67% para os 7,70 euros, respectivamente.

A JP Morgan avançou ontem com uma nova recomendação de «overweight» para as acções da PT, sugerindo um preço-alvo de 9,30 euros.

No universo das empresas Sonae, a SonaeCom [SNC] que agrega os activos de telecomunicações e Internet do grupo, avançou 0,74% para os 1,36 euros, e a Sonae SGPS [SON] permaneceu ao mesmo preço de ontem nos 0,43 euros, liderando a liquidez com quase 7 milhões de valores movimentados.

A Brisa [BRISA] recuou 1,19% para os 4,99 euros. A Standard & Poor"s (S&P) atribuiu uma notação de AA- para a dívida da Brisa de curto prazo e de A1+ para o longo prazo, após a aquisição de uma posição na Acesa. O «outlook» permaneceu estável, mas poderá ser comprometido com uma polícia de aquisições mais agressiva.

A «utility» Electricidade de Portugal (EDP) [EDP] ficou-se pelos 1,56 euros, sem alteração na cotação, com 4,4 milhões de títulos trocados.

A ParaRede [PARA] comandou os ganhos em termos percentuais na praça portuguesa, disparando 20% para 0,18 euros, com 1,3 milhões de acções negociadas. A empresa de soluções informáticas anunciou ontem que reduziu os prejuízos semestrais para 14,75 milhões de euros.

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