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Wal-Mart e produção industrial penalizam Wall Street

Os principais índices bolsistas norte-americanos encerraram em terreno negativo, com excepção do Dow Jones. A pressionar esteve sobretudo a Wal-Mart, que afundou depois da divulgação de e-mails que mostraram que um executivo da empresa denominou de “desastre total” as vendas de Fevereiro.

Carla Pedro cpedro@negocios.pt 15 de Fevereiro de 2013 às 21:15
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Por outro lado, a actividade industrial na área de Nova Iorque cresceu inesperadamente, mas a produção industrial de Janeiro nos Estados Unidos registou uma contracção – também esta inesperada -, tendo sido este dado nacional que mais pressionou a tendência. A ponto de ofuscar o aumento da confiança dos consumidores norte-americanos.

 

O índice industrial Dow Jones foi o único que se manteve positivo, terminando a subir 0,06%, fixando-se nos 13.981,76 pontos.

 

O Nasdaq, em contrapartida, cedeu 0,21% para 3.192,03 pontos, tendo o S&P 500 fechado a recuar 0,19% para 1.518,55 pontos.

 

A Wal-Mart foi das cotadas que mais penalizou as bolsas, depois de a Bloomberg ter tido acesso a e-mails que mostram que a retalhista se prepara para ter o pior arranque da época de vendas em sete anos.

 

A CBS, detentora de uma das redes televisivas mais vistas dos EUA, também perdeu terreno depois de os resultados do quarto trimestre terem ficado aquém das estimativas.

 

Do lado dos ganhos, destaque para a Herbalife, que esteve a ser animada pelo anúncio de que o investidor multimilionário Carl Icahn detém 13% da empresa.

 

Depois de em inícios do mês a Herbalife ter afundado em bolsa devido a queixas de funcionar nos moldes dos esquemas de Ponzi (piramidal), a empresa conseguiu recuperar quando a comissão norte-americana do comércio federal desdisse essas acusações e avançou que não estava a decorrer qualquer investigação.

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