Bolsa Wall Street em máximos com desemprego em mínimo de quatro anos

Wall Street em máximos com desemprego em mínimo de quatro anos

Os principais índices bolsistas norte-americanos encerraram em alta a última sessão da semana, com o S&P 500 a aproximar-se do máximo histórico. A ajudar esteve a queda do desemprego e o aumento das contratações no mês passado.
Wall Street em máximos com desemprego em mínimo de quatro anos
Carla Pedro 08 de março de 2013 às 21:25

O anúncio de que as entidades patronais dos EUA contrataram mais trabalhadores do que o esperado, em Fevereiro, esteve a impulsionar a tendência. Além disso, a taxa de desemprego caiu para 7,7%, ficando em mínimos de quatro anos, o que também sustentou o optimismo dos investidores. A contribuir esteve também a divulgação de que os pedidos de subsídio de desemprego caíram para o nível mais baixo das últimas seis semanas.

 

O índice industrial Dow Jones encerrou a subir 0,47% para 14.397,07 pontos, tendo renovado o máximo histórico acima dos 14 mil pontos, enquanto o Nasdaq valorizou 0,38% para se estabelecer nos 3.244,36 pontos.

 

O índice de referência mundial, Standard & Poor’s 500, por seu lado, avançou 0,4% para 1.550,97 pontos. Está assim a cerca de 1% do seu máximo histórico, atingido em Outubro de 2007 nos 1.565,15 pontos.

 

No acumulado da semana, o S&P 500 disparou 2,2%, naquele que é o maior ganho dos últimos dois meses, refere a Bloomberg.

 

A McDonald’s subiu mais de 1%, depois de ter anunciado que as vendas nos seus estabelecimentos caíram menos do que era antecipado pelos analistas.

 

O Citigroup, por seu lado, somou mais de 2%, numa altura em que tenta obter permissão para recomprar acções. Este dia foi, aliás, de bom desempenho na banca em geral – o mesmo acontecendo na Europa.

 

O Goldman Sachs foi a tónica dissonante na banca, depois de anunciado que ficou atrás dos seus pares na avaliação de solidez de capital (testes de stress) feita pelos reguladores norte-americanos.




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