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Wall Street entra em 2021 com o pé esquerdo

As praças norte-americanas abriram a primeira sessão do ano em alta, mas as subidas foram sol de pouca dura e terminaram o dia no vermelho devido sobretudo à tomada de mais-valias.

Reuters
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 04 de Janeiro de 2021 às 21:15
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O Dow Jones encerrou a ceder 1,25% para os 30.223,89 pontos, depois de na última sessão de 2020 ter fixado um novo máximo de sempre nos 30.637,47 pontos.

 

Por seu lado, o Standard & Poor’s 500 recuou 1,48% para 3.700,65 pontos. Na negociação intradiária de 31 de dezembro atingiu o valor mais alto da sua história, nos 3.760,20 pontos.

 

Já o tecnológico Nasdaq Composite desvalorizou 0,47% para 12.698,45 pontos. O seu recorde foi marcado a 29 de dezembro, nos 12.973,33 pontos.

 

Os três maiores índices bolsistas dos EUA chegaram a estar a cair entre 2% a 3%, a pior prestação desde outubro do ano passado.

 

Os investidores estão preocupados com a propagação da pandemia e com o timing da esperada retoma económica de 2021.

 

Devido a este clima de incerteza, os intervenientes de mercado preferiram proceder à tomada de mais-valias depois dos recordes alcançados na semana passada.

 

Preferiram, assim, optar por uma atitude mais prudente, isto enquanto esperam pelas eleições para o Senado norte-americano. Ficaram lugares por preencher na câmara alta do Congresso dos EUA e amanhã será disputada a segunda volta na Geórgia, que poderá fazer o Senado pender para os democratas, ou mantê-lo de maioria republicana – dificultando a vida a Joe Biden.

 

A Coca-Cola e a Boeing estiveram entre os piores desempenhos do Dow Jones depois de ambas as empresas terem sido alvo de "downgrades" por parte de casas de investimento.

 

Todos os setores representados no S&P 500 terminaram o dia no vermelho.

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