Bolsa Wall Street no verde. Dow regista a maior série de ganhos semanais em 24 anos

Wall Street no verde. Dow regista a maior série de ganhos semanais em 24 anos

As bolsas dos EUA fecharam a valorizar, a beneficiar das expectativas em torno das negociações comerciais entre Washington e Pequim. O Dow Jones completou a nona semana consecutiva de ganhos, o que representa o maior ciclo desde 1995.
Wall Street no verde. Dow regista a maior série de ganhos semanais em 24 anos
Reuters
Sara Antunes 22 de fevereiro de 2019 às 21:16

O Dow Jones fechou a subir 0,7% para 26.031,30 pontos e o Nasdaq a avançar 0,91% para 7.527,54 pontos. O S&P500 apreciou 0,64% para 2.792,67 pontos. 

 

Esta foi mais uma semana positiva para as bolsas americanas. O Dow Jones e o Nasdaq completaram a nona semana consecutiva de ganhos. No caso do primeiro, esta é a melhor série de subidas semanais desde maio de 1995, período em que o Dow Jones avançou durante 10 semanas seguidas. Já no caso do Nasdaq este é o maior ciclo de ganhos desde o final da crise financeira, em maio de 2009, segundo a Bloomberg.

 

Este está a ser assim um período de ganhos nas bolsas, muito ajudados pela perspetiva de que a Reserva Federal (Fed) não suba os juros e, obviamente, pela expectativa de um desfecho positivo nas negociações comerciais entre os EUA e a China.

 

Foi precisamente este último ponto que animou esta sexta-feira as bolsas, com os investidores confiantes nos sinais que têm sido deixados por vários responsáveis. E porque hoje Donald Trump, presidente dos EUA, e Liu He, vice-primeiro-ministro da China, têm um encontro marcado.

 

O presidente americano já reiterou que, caso haja progressos nas negociações, o período de tréguas definido até 1 de março – e que congelou a entrada em vigor das novas tarifas às importações chinesas – será prolongado.

 
A sessão foi assim marcada por ganhos generalizados, com a Alcoa e a Pfizer a subirem quase 2%, a General Electric mais de 1% e as tecnológicas, como o Facebook e a Intel, também a apreciarem cerca de 1%.

Mas os grandes destaques são duas quedas pronunciadas. A Stamps afundou mais de 50% para mínimos de 2016, depois de ter anunciado que a parceria exclusiva com os correios dos EUA vai terminar e alertou para o aumento da ameaça da Amazon, que está a ter práticas agressivas para entrar no mercado de transporte. 

O outro destaque foi a Kraft Heinz, que desceu mais de 27%,após reduzir valor dos ativos em 15,4 mil milhões. 




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