Bolsa Wall Street ronda máximos históricos

Wall Street ronda máximos históricos

As principais bolsas norte-americanas encerraram em alta, animadas sobretudo pelos dados económicos mais sólidos provenientes da China e dos EUA.
Wall Street ronda máximos históricos
Reuters
Carla Pedro 01 de abril de 2019 às 21:08

O Dow Jones fechou a somar 1,27%, para 26.258,42 pontos, e o Standard & Poor’s 500 avançou 1,16% para 2.867,19 pontos, o nível mais alto desde outubro - depois de ter na sexta-feira marcado o melhor primeiro trimestre desde 1998.

 

Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite valorizou 1,29%, para 7.828,91 pontos.

 

A contribuir para os ganhos desta segunda-feira, do outro lado do Atlântico, esteve um renovado entusiasmo dos investidores em relação ao crescimento da economia mundial.

 

A China e os EUA divulgaram indicadores de atividade da indústria que superaram as estimativas dos analistas e apontam para uma recuperação do ritmo de crescimento das economias. E foi a perspetiva de que a economia mundial possa estar a recuperar fôlego que esteve a animar os investidores – isto apesar de os dados da indústria na Europa terem sido os mais débeis desde 2013.

 

O otimismo alimentado pelos progressos na frente comercial entre os Estados Unidos e a China também continuou a dar fôlego à negociação bolsista – numa altura em que se espera pelo retomar das conversações na quarta-feira, dia em que o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, se desloca a Washington com a sua delegação.

 

Pela negativa, destaque para a Lyft. Depois de na estreia, na passada sexta-feira, ter encerrado a ganhar 9,44% para 78,80 dólares, depois de ter chegado a disparar 21%, hoje as ações da plataforma eletrónica de transporte rival da Uber cederam terreno, ficando abaixo do preço do IPO (72 dólares) ao recuarem 13,15% para 67,99 dólares.

 

A justificar esta descida da Lyft esteve, segundo os analistas, a limitada visibilidade quanto ao rumo da empresa para o crescimento e para a rentabilidade.

 

Em destaque pela positiva estiveram os títulos da energia – com as cotadas do setor petrolífero a evidenciarem-se nos ganhos, beneficiando da valorização dos preços do petróleo – que negociaram em máximos de novembro passado.




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