Bolsa Wall Street sobe a beneficiar de estímulos económicos, resultados e fusões

Wall Street sobe a beneficiar de estímulos económicos, resultados e fusões

A perspetiva de estímulos económicos na Alemanha continua a animar os investidores, num dia marcado por apresentações de resultados nos EUA e por notícias sobre uma fusão entre a Renault e a Fiat Chrysler, fatores que sustentaram a negociação bolsista.
Wall Street sobe a beneficiar de estímulos económicos, resultados e fusões
Reuters
Sara Antunes 21 de agosto de 2019 às 21:07

Os principais índices bolsistas dos EUA fecharam com ganhos, num dia marcado pela publicação de resultados que superaram as estimativas dos analistas e por notícias sobre uma fusão entre grandes no setor automóvel na Europa.

 

O Dow Jones subiu 0,93% para 26.204,09 pontos, o Nasdaq cresceu 0,9% para 8.020,21 pontos e o S&P500 0,82% para 2.924,42 pontos.

 

Os investidores continuam animados pelas notícias de estímulos económicos da Alemanha, com o Governo alemão a admitir realizar um estímulo orçamental na ordem dos 50 mil milhões de euros, com o objetivo de travar uma recessão da maior economia europeia. Esta notícia tem já dois dias, mas continua a ser um dos grandes apoios para os ganhos bolsistas na Europa e também nos EUA.

 

Esta sessão foi também marcada pelo regresso do cenário de fusão entre a Reunalt e a Fiat Chrysler, de acordo com uma notícia do jornal italiano Il Sole 24, o que animou o setor.

 

Entre as cotadas americanas, destaque para a Target, que disparou mais de 20% para 103 dólares, e a Lowe, que avançou mais de 10% para 108 dólares,  depois de apresentarem resultados que animaram os investidores, com os números a mostrarem alguma solidez no consumo das famílias, uma das fatias mais importantes da economia.

 

No final do dia foram também divulgadas as minutas da última reunião da Reserva Federal (Fed) dos EUA, que acabaram por não terem influência significativa na negociação bolsista, uma vez que as conclusões da reunião não surgiram como novidade. Os membros da Fed estão divididos, destacando-se a elevada incerteza que não permite que os responsáveis tomem decisões de forma mais consensual.




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