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Bolsas americanas em queda pressionadas por eleições no Brasil, testes de stress na Europa e queda do petróleo

Os principais índices bolsistas norte-americanos estão a negociar em terreno negativo. Esta evolução das principais praças dos Estados Unidos tem lugar numa altura em que os preços do petróleo estão a recuar nos mercados internacionais.

Bloomberg
Ana Laranjeiro alaranjeiro@negocios.pt 27 de Outubro de 2014 às 14:57
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Wall Street segue no vermelho. Por estes dias, os índices norte-americanos começam a negociar às 13h30, hora de Lisboa. O índice Dow Jones cede 0,17% para os 16.776,18 pontos, o Nasdaq desce 0,38% para 4.466,523 pontos e o S&P500 desliza 0,41% para 1.956,48 pontos.

 

Esta evolução dos principais índices bolsistas norte-americanos tem lugar numa altura em que os preços do petróleo estão a cair nos mercados internacionais. O West Texas Intermediate desce 1,42% para os 79,86 dólares por barril e o Brent do Mar do Norte recua 1,51% para 84,83 dólares por barril. O Goldman Sachs cortou as suas previsões para o preço da matéria-prima, apontando que o crescimento da oferta dos países que não pertencem à OPEP vai superar a procura mundial.

 

A marcar o dia nos mercados está também a reeleição de Dilma Rousseff como Presidente do Brasil, na segunda volta das eleições que tiveram lugar este domingo, 26 de Outubro. Os mercados estão a reagir de forma negativa à reeleição da candidata pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A bolsa de São Paulo está a perder em torno dos 5%. A Ibovespa está a ser arrastada pelas perdas da petrolífera e da energética estatal.

 

Além disso, foram revelados ontem os resultados dos testes de stress à banca europeia. O BCE analisou 130 instituições financeiras na Europa e 25 chumbaram, apurando necessidades de capital de 25 mil milhões de euros.

 

No sector financeiro norte-americano, o Bank of America desce 0,96% para 16,56 dólares, o Citigroup recua 1% para 51,28 dólares, o JPMorgan cede 0,20% para 58,62 dólares e o Goldman Sachs desliza 0,22% para 182,95 dólares.

 

Nas tecnologias, a Google soma 0,36% para 541,70 dólares e o Facebook, que apresenta amanhã os seus resultados, desce 0,71% para 80,10 dólares.

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