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Wall Street intensifica perdas com redução da actividade empresarial nos EUA

As principais bolsas norte-americanas estão a reforçar a queda da abertura, penalizadas pela contracção inesperada da actividade empresarial nos EUA em Abril, o que acontece pela primeira vez em mais de três anos.

Negócios 30 de Abril de 2013 às 15:52
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Este dado está a concentrar as atenções dos investidores e ofusca assim o anúncio de um aumento acima do esperado da confiança dos consumidores norte-americanos este mês, que se estabeleceu no nível mais elevado de cinco meses.

 

A actividade industrial, que representa cerca de 12% da economia, está a começar a arrefecer devido aos cortes nos gastos do governo federal, que entraram em vigor em Março, sublinha a Bloomberg.

 

O barómetro MNI Chicago da actividade empresarial caiu para 49 em Abril, o nível mais baixo desde Setembro de 2009, contra 52,4 no mês anterior. Uma leitura abaixo de 50 é sinal de contracção. A previsão média dos 51 economistas inquiridos pela Bloomberg apontava para 52,5.

 

O índice industrial Dow Jones segue a ceder 0,48%, fixando-se nos 14.747,41 pontos, ao passo que o índice tecnológico Nasdaq cai 0,05% para se estabelecer nos 3.305,40 pontos.

 

O S&P500, por seu lado, recua 0,44% para 1.586,64 pontos, depois de ontem ter estabelecido um novo máximo, nos 1.593,61 pontos. Apesar da descida de hoje, continua a caminho do sexto mês consecutivo de valorizações.

 

A Pfizer segue a perder terreno, depois de ter reportado lucros do primeiro trimestre que ficaram aquém das projecções dos analistas.

 

Também a Newmont Mining também está a negociar no vermelho, depois de a maior produtora de ouro dos EUA ter anunciado um resultado líquido para os três primeiros meses do ano que ficou abaixo das expectativas.

 

“Precaução é a palavra-chave para as bolsas norte-americanas, especialmente depois desta bela escalada a que assistimos. Os últimos dados económicos anunciados não foram suficientemente bons para comprarmos nem suficientemente fracos para vendermos”, comentou à Bloomberg um gestor da Ofi Gestion Privée, Jacques Porta.

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