Research Analistas aplaudem resultados da Nos. Acções sobem

Analistas aplaudem resultados da Nos. Acções sobem

Os bancos de investimento consideraram que os resultados apresentados pela empresa liderada por Miguel Almeida foram “sólidos”. As acções sobem 1,74%.
Analistas aplaudem resultados da Nos. Acções sobem
Rui Barroso 27 de abril de 2016 às 11:01

A Nos apresentou esta terça-feira, após o fecho do mercado, um lucro de 24,4 milhões de euros nos primeiros três meses do ano, mais 5% que o registado no mesmo período do ano anterior. Já as receitas de exploração aumentaram 7,6% para 370,3 milhões de euros. Os números saíram melhor que o estimado pelos analistas e as acções sobem 1,74% para 6,194 euros esta quarta-feira.

"No geral, pensamos que estes números demonstram o forte momento operacional e de resultados de que a Nos está a beneficiar, com a empresa a liderar o crescimento no mercado português de telcos", consideraram os analistas do Haitong numa nota a investidores. Reiteraram a recomendação de "bala de prata" para a empresa, o que indica que é uma das cotadas preferidas do banco de investimento.

Também os analistas do BBVA defenderam, numa nota de investimento, que os resultados foram "sólidos" e que indiciam "um crescimento consistente do "free cash flow" no futuro". O banco espanhol reconhece no entanto que "a intensidade do capex [investimento em bens de capital] é uma preocupação, mas já está totalmente reflectida nas nossas estimativas e a avaliação continua a ser bem atractiva". O banco espanhol também tem uma recomendação positiva para as acções.

Já o BPI referiu, numa nota a investidores, que "os resultados ficaram, em termos gerais, em linha com as expectativas". Mas realçam que "o segmento empresarial foi mais forte que o antecipado, o que dá uma leitura positiva do conjunto de resultados". Concluem que "dada a recente fraqueza das acções, acreditamos que o mercado deverá reagir positivamente".

O CaixaBI foi outro dos bancos de investimento a considerar os resultados como "positivos". Mas destacou "pela negativa a performance das "joint ventures", nomeadamente da ZAP, que continua a pressionar o resultado líquido da empresa devido à desvalorização da moeda local face ao euro". 




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