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Banco BiG recomenda "manter" acções da EDP Renováveis

O banco BiG recomenda "manter" as acções da EDP Renováveis, sublinhando que a "’performance’ bolsista negativa" do título "não reflecte o comportamento operacional da empresa que tem vindo a apresentar uma evolução positiva". O banco destaca, ainda, os resultados semestrais apresentados pela empresa, que superaram as estimativas do mercado.

Raquel Godinho rgodinho@negocios.pt 04 de Agosto de 2008 às 13:09
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O banco BiG recomenda "manter" as acções da EDP Renováveis, sublinhando que a “’performance’ bolsista negativa” do título “não reflecte o comportamento operacional da empresa que tem vindo a apresentar uma evolução positiva”.

O banco destaca, ainda, os resultados semestrais apresentados pela empresa, que superaram as estimativas do mercado.

Numa nota de “research” divulgada hoje, o analista Tiago Miranda refere que “depois de ter sido lançada em bolsa com um perfil de múltiplos algo dispendioso para os investidores ainda para mais num período marcado por uma forte instabilidade dos mercados financeiros, a EDP Renováveis acabou por ser penalizada por essa situação e registou uma performance bolsista negativa”. A mesma fonte frisa, no entanto, que esta situação não reflecte o comportamento operacional da empresa, que tem registado uma evolução “positiva”.

Na semana passada, a EDP Renováveis divulgou um lucro de 49,6 milhões de euros no primeiro semestre, um resultado que superou a estimativa de 39,3 milhões dos analistas consultados pela agência Reuters. O BiG justifica estes resultados com o crescimento de produção de energia e o aumento das tarifas aplicadas.

“A nível fundamental, destacamos o facto da EDP Renováveis transaccionar a prémio face ao seu sector”, afirma o analista Tiago Miranda que acrescenta que este facto é “justificado pelo perfil de crescimento mais atractivo que as suas congéneres”.

O BiG recomenda “manter” os títulos da EDP Renováveis, baseando a sua visão nos resultados positivos apresentados, no bom desempenho operacional da companhia, e no potencial de crescimento do sector, frisando que os títulos “poderão sair beneficiados no longo prazo”.

“No entanto, assumindo a manutenção do actual clima de instabilidade vivida nos mercados financeiro, aliado ao facto da empresa possuir um perfil de múltiplos algo dispendioso, o “upside” do título a médio prazo poderá ser algo limitado”, conclui o analista do banco BiG.

As acções da EDP Renováveis seguiam a perder 1,61% para os 6,10 euros.




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