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Barclays recomenda acumular acções da Novabase

O Barclays definiu um preço-alvo de 9 euros para as acções da Novabase, concedendo-lhe um potencial de valorização de 32,35% face à actual cotação da empresa de 6,80 euros. O banco inglês refere que está «positivo para a evolução do título».

Pedro Viana pviana@mediafin.pt 26 de Março de 2004 às 16:59
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O Barclays definiu um preço-alvo de 9 euros para as acções da Novabase, concedendo-lhe um potencial de valorização de 32,35% face à actual cotação da empresa de 6,80 euros. O banco inglês refere que está «positivo para a evolução do título».

O banco considera que a Novabase tem capacidade de realizar aquisições – necessariamente criteriosas, como até agora – sem prejudicar a sua solidez financeira e a capacidade de endividamento que demonstra.

A avaliação assenta no modelo de «cash-flows» descontados, tendo sido aplicado um desconto de 10% derivado da reduzida liquidez que o título evidencia. A Novabase [NBA] parece demonstrar a capacidade e a flexibilidade necessárias para lidar com os desafios que o mercado de TI lhe colocará no futuro.

Segundo o banco britânico, o ano de 2003 foi bastante diverso para as duas principais áreas de negócio da Novabase – a Consultoria e a Engenharia. O negócio de Consultoria foi muito afectado pelo contexto económico, evidenciando uma redução de 25% face a 2002.

A Novabase Consultoria tem apresentado margens mais elevadas do que as suas comparáveis europeias – uma margem de quase 19%, quando na Europa é cerca de 12% – fruto de uma apertada política de controlo de custos e do facto do custo de mão-de-obra especializada em Portugal ser mais baixo do que no resto da Europa.

A fim de defender as margens face à conjuntura de mercado e à pressão sobre os preços, a Novabase, refere o banco, reduziu os custos de estrutura de forma significativa. O negócio de Engenharia, evidencia uma influência bastante diferente face ao ciclo económico, tendo beneficiado de investimentos expressivos em áreas de bilhética, controlo de acessos e «set-top-boxes», entre outros.

Na divisão de Engenharia, evidenciou um crescimento do volume de negócios de cerca de 75%, para cerca de 81 milhões de euros e uma margem EBITDA de 9,9%. Dá-se assim uma alteração face a 2002 do peso relativo das divisões de negócio - a divisão de Engineering Solutions passa a representar mais de 60% do volume.

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