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BPI corta "target" da Jerónimo Martins em mais de 18% (act.)

O BPI Equity Research reduziu em mais de 18%, para 4,90 euros, o preço-alvo para as acções da Jerónimo Martins mantendo a recomendação de "comprar". A casa de investimento aponta a depreciação do "zloty" como o principal risco para as acções mas elogia o modelo de negócio da empresa.

Maria João Soares mjsoares@negocios.pt 27 de Março de 2009 às 11:19
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O BPI Equity Research reduziu em mais de 18%, para 4,90 euros, o preço-alvo para as acções da Jerónimo Martins mantendo a recomendação de “comprar”. A casa de investimento aponta a depreciação do “zloty” como o principal risco para as acções mas elogia o modelo de negócio da empresa.

O BPI reviu em baixa a avaliação da Jerónimo Martins de 6,00 euros para os 4,90 euros, para o final de 2009.

O novo “target” representa uma revisão em baixa de 18,33%, mas continua a representar um potencial de valorização de 31,9% face à actual cotação da empresa pelo que a recomendação continua a ser de “compra”.

Apesar da redução em baixa da avaliação, o BPI refere que os resultados do quarto trimestre do ano passado superaram as suas expectativas e as do mercado, sendo o quarto trimestre consecutivo em que isso acontece.

As perspectivas para a retalhista são positivas, segundo o BPI. “Acreditamos que o retalho alimentar é claramente um segmento defensivo e, neste segmento, a JM está muito bem posicionada”.

Em relação à actividade na Polónia, o BPI diz que a situação na Europa de leste é particularmente desafiante. No entanto, “acreditamos que a Biedronka, como uma cadeia de ‘hard discount’ pode beneficiar” dessa queda do negócio e “vemos a Polónia como uma das economias mais sólidas” da região.

Nessa perspectiva, o BPI reviu em alta as previsões para o crescimento das vendas comparáveis, de 7 para 9%, da Biedronka em 2009.

“Acreditamos que a JM continua a enfrentar importantes riscos cambiais e que pode continuar a registar uma performance inferior se o zloty depreciar mais em relação ao Euro” diz o BPI.

“No entanto, também acreditamos que a JM continua a ter um modelo de negócio resistente combinando uma elevada geração de ‘cash-flow’ com uma exposição defensiva e forte folha de balanço”, conclui a análise do BPI.

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