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BPI espera pelo segundo trimestre para confirmar tendência positiva dos resultados da Cofina

A Cofina apresentou resultados «sólidos» num trimestre que costuma ser «fraco» em termos de publicidade, considera o BPI numa nota de «research». A casa de investimento manteve as estimativas para a empresa à espera que no segundo trimestre se confirme a

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 28 de Abril de 2006 às 10:46
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A Cofina apresentou resultados «sólidos» num trimestre que costuma ser «fraco» em termos de publicidade, considera o BPI numa nota de «research». A casa de investimento manteve as estimativas para a empresa à espera que no segundo trimestre se confirme a tendência registada nos três primeiros meses do ano.

O analista Tiago Veiga Anjo do BPI salienta pela positiva os resultados obtidos pelo segmento de jornais, que registou uma subida de 3,6% das receitas de publicidade, o que ficou «2,7% acima das nossas estimativas» diz a nota de «research».

Ainda no segmento de jornais, destaque para as receitas de circulação, que cresceram 1,1% e para o desempenho dos produtos complementares que «foi melhor do que esperávamos», com o BPI a estimar uma queda acentuada.

«Estas receitas [dos produtos complementares] caíram 29% face ao período homólogo», quando o BPI apontava para uma queda de 42%. A casa de investimento refere ainda que estas receitas acabaram por ser responsáveis por uma queda dos custos operacionais.

Do lado «negativo» o BPI destaca as receitas de publicidade da divisão de revistas, onde se verificou um aumento de 1,3% e uma queda de 0,2% nas receitas de circulação, quando a casa de investimento esperava subidas de 3,7% e de 1%, respectivamente.

«Acreditamos que a consolidação da revista de notícias da Cofina, a ‘Sábado’ deve contribuir mais para as receitas de publicidade e de circulação», mas adverte que não há detalhes das receitas por título alertando que poderá ter ocorrido uma quebra em algum dos títulos como a «Flash», a «TV Guia» ou a «Máxima».

No que respeita aos custos operacionais, quer no segmento de revistas quer no de jornais, esta rubrica registou números «ligeiramente mais elevados do que a nossas estimativas», refere a nota de «reserach» assinada por Tiago Veiga Anjos que acrescenta que o total dos custos operacionais «ficou em linha com as nossas estimativas», numa altura em que a Cofina não registou qualquer custo na Holding.

As acções da Cofina [cofi] subiam 1,06% para 3,81 euros.

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