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BPI reitera recomendação de «acumular» para EDP

O BPI manteve a sua recomendação de «acumular» para a EDP e um «preço alvo», a 12 meses, de 3,40 euros, avançando que os cortes nos custos delineados pela eléctrica têm «maior impacto em termos de sentimento que de avaliação».

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 25 de Março de 2002 às 11:42
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O BPI manteve a sua recomendação de «acumular» para as acções da Electricidade de Portugal (EDP) e um «preço alvo», a 12 meses, de 3,40 euros, avançando que os cortes nos custos delineados pela eléctrica têm «maior impacto em termos de sentimento que de avaliação», num estudo datado de 21 de Março.

O «preço alvo» de 3,40 euros tem implícito um potencial de valorização de 42,8% face à cotação actual da empresa.

O BPI considerou que a política de redução nos custos, através do corte de pessoal, no âmbito da estratégia delineada pela eléctrica até 2005, é «não agressiva, mas sim realista».

Este estudo sugere que a eléctrica, cujos rácios de eficiência ficam aquém das congéneres espanholas, ainda tem espaço para surpreender os investidores através de uma política «mais agressiva» em termos de corte nas despesas.

Apesar da recomendação de «acumular», o BPI não antevê uma tendência de «subida forte» no papel, antes do anúncio de como irá ser o novo mercado ibérico de electricidade, bem como dos resultados do primeiro trimestre de 2002.

As acções da EDP [EDP] seguiam com uma desvalorização de 0,83% para os 2,38 euros.

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