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Caixa BI destaca "performance operacional forte" da Soares da Costa

O Caixa BI considera que os resultados hoje divulgados pela Soares da Costa demonstram uma performance operacional forte e revelam o dinamismo da carteira da empresa quer no mercado nacional, quer no mercado internacional. As acções da construtora seguem a valorizar quase 6%.

Patrícia Abreu pabreu@negocios.pt 27 de Março de 2009 às 10:12
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O Caixa BI considera que os resultados hoje divulgados pela Soares da Costa demonstram “uma performance operacional forte” e revelam o dinamismo da carteira da empresa quer no mercado nacional, quer no mercado internacional. As acções da construtora seguem a valorizar quase 6%.

A Soares da Costa informou hoje que terminou 2008 com um resultado líquido de 8,2 milhões de euros, o que representa uma queda de 31,8% face aos lucros obtidos em igual período do ano passado. A empresa informou ainda que vai pagar um dividendo de 3,1 cêntimos.

O volume de negócios subiu 51,6% para os 834,8 milhões de euros, enquanto o EBITDA cresceu para os 86,4 milhões de euros, face aos 36,2 milhões registados no período homólogo, com os dois indicadores a superarem as estimativas fixadas pela empresa.

A analista Teresa Caldeira, numa nota de “research” hoje divulgada destaca que “os resultados mostram uma performance operacional forte, revelando o dinamismo da carteira da empresa, quer no mercado nacional quer a nível internacional”.

“A performance operacional foi em linha com as nossas estimativas, com o volume de negócios a atingir 834 milhões de euros e o EBITDA a cifrar-se em 86,4 milhões de euros, ultrapassando inclusivamente os objectivos que a empresa se tinha proposto atingir para este ano”, realça a analista da Caixa BI, que tem uma recomendação de “compra” para a Soares da Costa, com um preço-alvo de 1,95 euros.

O banco de investimento sublinha que a melhoria do volume de negócios se deve às alterações do perímetro de consolidação, mas também a um crescimento orgânico forte.

O volume de negócios e o EBITDA incluem os negócios resultantes da consolidação da Contacto, Scutvias, Prince. De acordo com o Caixa BI, sem as aquisições, “analisando o volume de negócios numa base comparável com 2007 assistimos a um crescimento de 18,2%”.

“Numa análise por mercado, destaque para o mercado doméstico, cujo turnover aumentou 133,6% para 417,9 milhões de euros e em Angola, cujo crescimento atingiu 33% cifrando-se a contribuição para o grupo em 305,3 milhões de euros. Portugal está a aumentar o peso no turnover e já representa 50% do volume total de negócios, com Angola a ser responsável por 36,6%”, destaca a casa de investimento na nota de análise.

Em relação ao resultado financeiro, que ficou em linha com as estimativas do banco, o “research” refere que a deterioração no período se deve ao aumento do custo médio do endividamento e às alterações do perímetro de consolidação.

As acções da empresa seguiam a subir 5,88% para os 0,54 euros.

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