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Commerzbank recomenda «reduzir» para Vodafone Telecel; «preço-alvo» de 7,4 euros

A Commerzbank, num estudo efectuado hoje, mantém a recomendação de «reduzir» para a Vodafone Telecel, atribuindo um «preço-alvo» de 7,4 euros para as acções da empresa liderada por António Carrapatoso.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 03 de Maio de 2002 às 13:00
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A Commerzbank, num estudo efectuado hoje, mantém a recomendação de «reduzir» para a Vodafone Telecel, atribuindo um «preço-alvo» de 7,4 euros para as acções da empresa liderada por António Carrapatoso.

Numa nota de hoje a antecipar os resultados do ano fiscal 2001/2002 da Vodafone Telecel [TLE], o Commerzbank espera um forte crescimento nas receitas e EBITDA da empresa, mas continua preocupado com o comportamento das receitas médias mensais por cliente (ARPU).

«Nós permanecemos preocupados com as perspectivas de a Vodafone Telecel conseguir apresentar um crescimento no ARPU», refere a Commerzbank, que estima uma queda no ARPU da empresa durante o presente ano fiscal 2002/2003.

O banco de investimento lembra que o ARPU da Vodafone Telecel foi de 29,2 euros no quarto trimestre de 2001, abaixo dos valores registados nos trimestres anteriores.

Para o primeiro trimestre deste ano, o quarto do ano fiscal 2001/2002 da Vodafone Telecel, o Commerzbank estima nova quebra do ARPU devido aos cortes nas tarifas imposto pelos reguladores.

O Commerzbank espera que a Vodafone Telecel registe receitas de 1,036 mil milhões de euros no ano fiscal de 2001/2002, mais 15% que no ano anterior, com um EBITDA de 152 milhões de euros, o que implica um crescimento de 4%.

A Vodafone Telecel, que apresenta resultados a 7 de Maio, seguia a cair 1,44% para os 7,55 euros.

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