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Deutsche Bank atribui preço alvo de 10,3 euros para as acções da PT

O Deutsche Bank atribui um preço alvo, a 12 meses, de 10,3 euros por acção da Portugal Telecom (PT), o que implica um potencial de valorização de 13% face à actual cotação.

Bárbara Leite 08 de Janeiro de 2002 às 16:28
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O Deutsche Bank atribui um preço alvo, a 12 meses, de 10,3 euros por acção da Portugal Telecom (PT), o que implica um potencial de valorização de 13% face à actual cotação. A instituição alemã manteve a recomendação de «compra» para a PT.

No estudo recente datado de 7 de Janeiro, o Deutsche Bank mantém a preferência para a PT face aos operadores de telecomunicações incumbentes, acreditando que as subsidiárias TMN, na área móvel, a Telesp Celular Participações (TCP) operadora brasileira e a PT Multimedia, na área de media vão ser os motores de crescimento da PT em 2002.

«Em 2002, acreditamos que a empresa vai aumentar a sua exposição no mercado brasileiro através da subscrição do aumento de capital da TCP», acrescenta o estudo.

Neste âmbito, os analistas consideram que a empresa liderada por Murteira Nabo vai reforçar a sua participação na TCP de 41,23 para 60% que será um dos catalizadores da «performance» da PT em 2002.

A perspectiva destes analistas é que a PT adopte a migração para o sistema SMP de forma a formalizar a «joint venture» constituída com a espanhola Telefónica e complete a compra da Global Telecom, outra subsidiária móvel no Brasil que opera nos Estados de Santa Catarina e Paraná.

A TMN, por seu lado, deverá aumentar as margens em 2002, segundo este estudo. No entanto, os analistas lembram que as margens da operadora móvel da PT continuam abaixo das margens dos operadores líderes no mercado de telefonia móvel.

No que respeita à PT Multimedia, o Deutsche Bank acredita que esta seja «o maior contribuidor do crescimento do EBITDA ou cash flow operacional da PT nos próximos três anos.

DB sobe estimativas de EBITDA em 2%

Os analistas do DB que efectuaram o estudo subiram em 2% as estimativas do EBITDA da PT no período compreendido entre 2001 a 2004, em resultado do melhor estimativa para o negócio de telefonia móvel em Portugal.

«A TMN vai continuar a beneficiar da sua posição líder no mercado móvel nacional», diz o estudo, adiantando que «a TMN vai proporcionar dois terços do crescimento do EBITDA da PT».

As acções da PT cotavam nos 9,14 euros a cair 0,65%.

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