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Execution atribui margem de progressão à Zon e potencial de queda à PT

A Execution actualizou as suas avaliações para as companhias europeias do sector das telecomunicações para o final de 2010. Esta actualização traduziu-se em revisões em alta dos preços-alvo da Zon Multimédia e da Portugal Telecom. Enquanto a primeira apresenta uma margem de progressão de 67%, a empresa liderada por Zeinal Bava apresenta um potencial de queda de 34%.

Raquel Godinho rgodinho@negocios.pt 13 de Janeiro de 2010 às 11:03
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A Execution actualizou as suas avaliações para as companhias europeias do sector das telecomunicações para o final de 2010. Esta actualização traduziu-se em revisões em alta dos preços-alvo da Zon Multimédia e da Portugal Telecom. Enquanto a primeira apresenta uma margem de progressão de 67%, a empresa liderada por Zeinal Bava apresenta um potencial de queda de 34%.

Numa nota de investimento para o sector europeu das telecomunicações, a equipa de analistas da Execution Research efectuou alterações nos preços-alvo das empresas visadas, alargando o horizonte da avaliação do final de 2009 para o final de 2010. A maioria das telecoms viu o seu “target” ser revisto em alta.

Foi o caso da Zon Multimedia. A empresa liderada por Rodrigo Costa apresenta agora um preço-alvo de 7,50 euros, o que compara com os 7,00 euros anteriores. Esta nova avaliação confere-lhe uma margem de subida de 67%, margem esta que é a mais elevada entre as empresas visadas. A recomendação foi mantida em “comprar”.

Também a Portugal Telecom (PT) viu o seu “target” ser aumentado em 12% para os 5,60 euros. Apesar da revisão em alta, a operadora nacional continua a apresentar um potencial de desvalorização de 34%. A PT é apenas superada pela Belgacom, cuja avaliação representa uma margem de queda de 44%. Também neste caso a recomendação de “vender” não foi alterada.

“Estamos a rever em baixa a nossa visão para o sector europeu de telecomunicações para ‘underweight’ (de ‘neutral’) baseados em três receios: as estimativas do consenso são demasiado optimistas; as tendências operacionais vão continuar a deteriorar-se; e o retorno de caixa vai estabilizar mas ficar bem abaixo dos níveis estabelecidos em 2008”, frisa o banco de investimento.

O banco apresenta como acções chave para “vender” a BT Group, a Deutsche Telekom, a Belgacom, a Telefónica e a KPN. Pelo contrário, as acções chave para “comprar” são a Vodafone, a France Telecom, a C&W e a Virgin Media.

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