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Goldman Sachs sobe preço-alvo da Portucel em 20 cêntimos

O banco de investimento Goldman Sachs reviu as suas estimativas para o sector e aumentou o preço-alvo da Portucel para 1,90 euros. A recomendação continua a ser de "vender".

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 27 de Julho de 2010 às 11:10
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Os analistas da firma de Wall Street reviram as suas avaliações para o preço do papel de escritório, para incorporar “a subida cíclica do seu preço no curto prazo, dos níveis baixos registados em 2009”.

O Goldman refere ainda alguns riscos às cotadas do sector de papel de escritório, como o crescimento da capacidade do mercado em 500 mil toneladas de papel, depois do aumento da capacidade da fábrica de Setúbal, ou seja, um acréscimo de 4% da capacidade do mercado. Além disso, “os nossos economista prevêem uma apreciação do câmbio euro/dólar.” Um factor que pode diminuir a competitividade dos fabricantes de papel e reduzir os volumes de exportação, pressionando os preços da pasta na Europa.

Em específico para a Portucel, existe o risco de continuação do “fortalecimento do mercado de pasta do papel” e pela positiva, referem o facto de haver a possibilidade de haver movimentos de consolidação na indústria ou diminuições na capacidade instalada, com encerramento de fábricas.

O actual preço-alvo da Goldman Sachs confere um potencial de descida de 12,6% aos títulos da Portucel, que sobem 0,14% para 2,173 euros por acção.

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