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ING sobe “target” do BPI em 30% para 6,85 euros

O ING aumentou o preço-alvo do Banco BPI para 6,85 euros, uma revisão em alta de 30% face ao anterior valor de 5,25 euros. O banco de investimento holandês aponta três cenários para o desfecho da OPA do BCP, afirmando que o banco liderado por Paulo Teixei

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 13 de Março de 2007 às 21:28
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O ING aumentou o preço-alvo do Banco BPI para 6,85 euros, uma revisão em alta de 30% face ao anterior valor de 5,25 euros. O banco de investimento holandês aponta três cenários para o desfecho da OPA do BCP, afirmando que o banco liderado por Paulo Teixeira Pinto pode ir até aos 7 euros sem destruir valor.

O ING reiterou a recomendação de manter acções do BPI em carteira, mas sugere que os investidores devem aproveitar para fazer mais-valias caso os títulos atinjam os 6,85 euros. Ontem as acções desceram 2,84% para 6,51 euros.

O banco de investimento considera que os riscos da acção estão agora mais equilibrados, traçando três cenários para o desfecho da OPA, através do qual chega ao preço-alvo de 6,85 euros.

O primeiro passa pelo BCP subir o preço da OPA para um valor que não destrua valor para o banco liderado por Paulo Teixeira Pinto e o ING calcula ser 7 euros por acção. A esta hipótese, assumindo que a OPA vai ter sucesso, o ING atribui uma probabilidade de 38%.

A segunda hipótese, que o ING considera ser mais provável (42%), será o La Caixa responder com uma OPA concorrente a um preço mais elevado do que o oferecido pelo BCP, o que avalia as acções do BPI em 7,35 euros.

Mas o ING alerta que há também a probabilidade de a OPA ser bloqueada pelos accionistas na assembleia geral do BPI convocada para desblindar o estatutos.

A este cenário o ING atribui uma probabilidade de apenas 20% e alerta que se tal acontecer, "as acções do BPI devem descer para o seu valor fundamental".

O banco de investimento avalia o BPI, de forma isolada e em termos fundamentais, em 5,50 euros por acção.

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