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Instabilidade accionista é "negativa" para a Cimpor

A instabilidade na estrutura accionista da Cimpor, devido à debilidade de Manuel Fino e da Teixeira Duarte, é negativa para a cimenteira, consideram os analistas do BPI.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 17 de Fevereiro de 2009 às 09:50
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A instabilidade na estrutura accionista da Cimpor, devido à debilidade de Manuel Fino e da Teixeira Duarte, é negativa para a cimenteira, consideram os analistas do BPI.

A Caixa Geral de Depósitos confirmou ontem a compra de uma posição de 9,58% do capital da Cimpor, tendo pago ao empresário Manuel Fino um total de 305,9 milhões de euros, mais de 25% acima do valor de mercado desta participação financeira.

Para o BPI, esta noticia, a par da debilidade financeira de outro accionista da empresa, a Teixeira Duarte, tem um impacto “negativo” na Cimpor, apesar de esta instabilidade poder provocar “alguns cenários especulativos”.

Ainda assim, o banco assinala que por agora, Manuel Fino e também a Teixeira Duarte garantiram o suporte da banca, mantendo o suporte das suas posições. Para o BPI, a próxima assembleia geral, agendada para 13 de Maio, poderá trazer alguma luz sobre a liderança da empresa.

A Espírito Santo Research considera que a venda de parte da posição de Manuel Fino à CGD tem um impacto “neutral”, uma vez que “na nossa opinião, esta alteração na estrutura accionista não tem qualquer impacto na Cimpor, ainda que diminua o ângulo especulativo de fusões e aquisições”.

As acções da Cimpor cedem 1,06% para 3,75 euros.



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