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Jerónimo Martins dispara 3% com novo "target" do HSBC

A Jerónimo Martins está em destaque, na sessão de hoje em Lisboa. Sobe mais de 3%, corrigindo de três sessões consecutiva de queda, animada pela nova avaliação do HSBC. O banco iniciou a cobertura com um preço-alvo de 8,35 euros e uma recomendação de "overweight".

Paulo Moutinho 13 de Janeiro de 2010 às 10:23
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A Jerónimo Martins está em destaque, na sessão de hoje em Lisboa. Sobe mais de 3%, corrigindo de três sessões consecutiva de queda, animada pela nova avaliação do HSBC. O banco iniciou a cobertura com um preço-alvo de 8,35 euros e uma recomendação de “overweight”.

Os títulos da retalhista avançaram um máximo de 3,24% durante a negociação, seguindo a valorizar 3,11% para 7,321 euros. A Jerónimo Martins interrompeu, assim, um ciclo de três sessões em queda, depois de ter fixado um novo máximo histórico nos 7,533 euros no final da semana passada.

A contribuir para a subida de hoje está a avaliação de 8,35 euros atribuída pelo HSBC, de acordo com a informação disponibilizada pela Bloomberg. Este novo “target” confere às acções da retalhista nacional um potencial de valorização de mais de 14%, o que leva o analista Jerome Samuel a atribuir uma recomendação de “overweight”.

Também a impulsionar os títulos da empresa liderada por Luís Palha da Silva está a expectativa dos investidores quanto aos números que a Jerónimo Martins vai revelar amanhã relativos às vendas em 2009. O Caixa BI aponta para um aumento de 6,5% nas receitas, que devem chegar aos 7.344 milhões de euros.

“A Jerónimo Martins deverá ter uma performance forte nas vendas suportada por uma evolução favorável quer do Pingo Doce, quer da Biedronka”, diz o Caixa BI. O banco, que avalia os títulos em 7,25 euros, e tem uma recomendação de “manter”, acrescenta que “a generalidade das unidades colmatou a pressão da deflação com uma evolução favorável ao nível dos volumes”.



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