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JP Morgan e UBS Warburg reduzem preço-alvo da Brisa; acções caem 2,95%

A JP Morgan e a UBS Warburg reviram em baixa o preço-alvo da Brisa em 10% para os 5,9 euros e 7% para os 6,5 euros, respectivamente. As acções da concessionária de auto-estradas caíam 2,95%, abaixo dos 5 euros pela primeira vez desde Fevereiro de 2002.

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 26 de Julho de 2002 às 11:35
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A JP Morgan e a UBS Warburg reviram em baixa o preço-alvo da Brisa em 10% para os 5,9 euros e 7% para os 6,5 euros, respectivamente. As acções da concessionária de auto-estradas caíam 2,95%, abaixo dos 5 euros pela primeira vez desde Fevereiro de 2002.

A casa de investimento helvética, UBS Warburg, baixou o preço-alvo da Brisa de 7 euros para 6,5 euros, mantendo no entanto a recomendação de «compra».

A JP Morgan, por seu lado, desceu o preço-alvo da Brisa [BRISA] dos anteriores 6,5 euros para os 5,9 euros. O banco norte-americano corrigiu igualmente a recomendação para o papel de «buy» para «market perform».

Ontem, a Espírito Santo Research também disse que iria rever em baixa as estimativas de resultados e o preço alvo da Brisa, depois desta ter descido as estimativas de crescimento das receitas com o tráfego nas suas auto-estradas.

As receitas cresceram 10% no primeiro semestre e a Brisa estima igual aumento na totalidade do ano, abaixo das anteriores previsões.

As acções da concessionária de auto estradas, que atingiram hoje uma queda máxima de 4,32%, caíam 2,95% para os 4,94 euros, elevando para 9% a descida acumulada ao longo das últimas três sessões. Esta é a primeira vez desde 22 de Fevereiro que a Brisa negoceia abaixo dos 5 euros.

A Brisa, uma das acções até então com melhor desempenho no PSI20 [PSI20], reduzia para 3,78% a valorização acumulada no decorrer de 2002, tendo sido ultrapassada pelo BPI [BPIN] e Impresa [IPR] no todo do «ranking». No período em análise, o PSI20 acumula uma queda de 23,59%.

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