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JPMorgan prevê aumento de capital até 600 milhões no BPI

Está a aumentar a pressão para que o BPI siga o exemplo do BCP e avance para um aumento de capital, segundo a JPMorgan que estima em 350 milhões o valor do financiamento necessário pelo banco, isto caso venda a posição no Banco Fomento de Angola (BFA). Se

Paulo Moutinho 06 de Março de 2008 às 10:32
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Está a aumentar a pressão para que o BPI siga o exemplo do BCP e avance para um aumento de capital, segundo a JPMorgan que estima em 350 milhões o valor do financiamento necessário pelo banco, isto caso venda a posição no Banco Fomento de Angola (BFA). Se mantiver a totalidade do banco, o aumento de capital poderá ser de 600 milhões.

O BPI terminou 2007 com um rácio "core Tier 1" de 5%, sendo que a JPMorgan prevê uma deterioração do rácio de capital para 4,5%, no final de 2008, em resultado do "enfraquecimento nos lucros, da dedução de 90 milhões de euros das participações financeiras/seguradoras, superiores a 20%, e de cerca de 215 milhões de perdas nos investimentos no BCP e na Galp Energia".

A equipa de "research" liderada por Ignacio Cerezo Olmos vê "a potencial alienação de 50% do capital do BFA" capaz de "aliviar alguns receios", relativamente aos rácios de capital do BPI, mas a JPMorgan estima, ainda assim, será necessário "um aumento de capital de 350 milhões para reestabelecer a base de capital" do banco.

Caso o banco liderado por Fernando Ulrich não venda a sua participação no BFA, "estimamos que será necessária uma injecção de capital de maior dimensão, de 600 milhões de euros", sendo que em ambos os casos (350 ou 600 milhões) "vão diluir entre 15% a 20% os lucros ajustados por acção" do BPI.

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