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JPMorgan reduz estimativas para a Oi

O banco de investimento emitiu uma nota de análise em que dá conta da redução das estimativas para a Oi, para incorporar as tendências adversas na rede fixa e maior concorrência.

Hugo Paula hugopaula@negocios.pt 10 de Setembro de 2013 às 19:39
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O JPMorgan cortou as estimativas para a Oi, onde a Portugal Telecom detém uma participação superior a 20%, por considerar o contexto económico e competitivo mais adverso.

 

O banco de investimento tem uma recomendação “neutral” para os títulos, sem lhes atribuir um preço-alvo. Contudo, a previsão dos analistas para os resultados deste ano foi revista em baixa. O valor das receitas deste ano foi cortado em 0,1% para 28,6 mil milhões de reais (9,4 mil milhões de euros).

 

Já a previsão do EBITDA recorrente foi cortada em 9,7%, com a margem a descer três pontos percentuais para 27,9%, segundo a nota de análise a que o Negócios teve acesso. O resultado líquido foi revisto em baixa de 39,9% para 1,2 mil milhões de reais. Já o lucro ajustado foi cortado em 82,3% para 223 milhões de reais.

 

Zeinal Bava tem dito que a gestão da Oi vai focar-se em aumentar a eficiência da operadora incumbente do mercado brasileiro. Algo poderá contrariar a tendêcia de deterioração que levou o JPMorgan a rever as suas estimativas.

 

“Reduzimos as nossas estimativas para a Oi com base no perfil de deterioração das margens, no crescimento reduzido das receitas e respectivo impacto no EBITDA, resultado líquido e geração de cash flow”, enumerou o analista André Baggio.

 

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de “research” emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. O Negócios alerta para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de “research” na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

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