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KBW corta "target" do BES para 4,60 euros

O Keefe, Bruyette & Woods reviu em baixa o preço-alvo do Banco Espírito Santo de 5,2 para 4,6 euros por acção e sublinha que, entre os principais risco para a sua avaliação está a deterioração das contas públicas portuguesas.

Ana Filipa Rego arego@negocios.pt 04 de Maio de 2010 às 21:36
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O Keefe, Bruyette & Woods reviu em baixa o preço-alvo do Banco Espírito Santo de 5,2 para 4,6 euros por acção e sublinha que, entre os principais risco para a sua avaliação está a deterioração das contas públicas portuguesas.

Numa nota de “research”, os analistas da casa de investimento sublinham que reduziram o preço-alvo em 11,5% depois de terem revisto em baixa as estimativas para os lucros por acção.

Os especialistas explicam que os resultados ontem revelados foram “mistos”. A margem financeira “foi desapontante” mas isto “foi compensado pela melhoria do contributo angolano, melhores receitas e um menor custo do risco”.

A revisão em baixa das estimativas está relacionada com uma menor margem financeira. Além disso, a erosão da qualidade dos activos “permanece um risco, mas o banco antecipou provisões com o custo do risco a subir em 2009”.

A mesma fonte conclui que os principais riscos à sua avaliação “são as pressões significativas nas margens, uma deterioração nas contas públicas nacionais, um maior abrandamento económico em Portugal ou um impacto negativo nas actividade de negociação do banco devido à volatilidade dos mercados de capitais e um risco de capital”.

O BES, que chegou a subir mais de 2% esta manhã devido aos resultados do primeiro trimestre apresentados ontem e que superaram as estimativas, acabou por fechar hoje a sessão a perder 4,57% para 3,34 euros.

Face a esta cotação o “target” do KBW, que tem uma recomendação de “outperform” para o BES, representa um potencial de valorização de 37,7%.

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