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Morgan Stanley vê acções da Galp Energia a caminho dos 20 euros

O Morgan Stanley manteve a avaliação de 14,00 euros atribuída à Galp Energia, mas afirma que as acções da petrolífera liderada por Ferreira de Oliveira poderão encaminhar-se para os 20,00 euros em resultado da exploração do Tupi, no Brasil, novas descobertas e a alta dos preços do petróleo nos mercados internacionais.

Paulo Moutinho 10 de Março de 2009 às 10:08
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O Morgan Stanley manteve a avaliação de 14,00 euros atribuída à Galp Energia, mas afirma que as acções da petrolífera liderada por Ferreira de Oliveira poderão encaminhar-se para os 20,00 euros em resultado da exploração do Tupi, no Brasil, novas descobertas e a alta dos preços do petróleo nos mercados internacionais.

“A nossa avaliação líquida dos activos de 11,25 euros por acção [para a Galp Energia] tem implícita um potencial de valorização de 28%”, refere a equipa de analistas liderada por Theepan Jothilingam. “No entanto, vemos as acções a encaminharem-se para os 20,00 euros”, acrescenta o Morgan Stanley.

O banco de investimento norte-americano sustenta esta visão com “a maior confiança no desenvolvimento do ‘Tupi’ (e depois o ‘Jupiter’), a execução da reconversão da refinaria de Sines, novas descobertas de petróleo e preços mais elevados da matéria-prima” nos mercados internacionais.

Para chegar aos 20,00 euros, a Galp Energia teria de valorizar 131%, tendo em conta o actual preço das acções no mercado. Os títulos estão, hoje, a perder 1,75% para 8,63 euros. Face ao “target” de 14,00 euros atribuído pelo Morgan Stanley, as acções apresentam um potencial de 62,2%, pelo que a recomendação é de “overweight”.

Nesta nota de “research” a que o Negócios teve acesso, o banco norte-americano sublinha que a “Galp Energia goza de uma posição atractiva única no Brasil” e que é “uma das poucas empresas no nosso universo de cobertura que poderá vir a duplicar de valor e de tamanho”.

Relativamente à questão do financiamento, e depois de um encontro com a gestão da Galp Energia, o analista Theepan Jothilingam afirma que entre as hipóteses estão “um aumento de capital”, o reajustamento do “capex” e uma “potencial suspensão do dividendo”. Este ano, a petrolífera vai remunerar os accionistas com o mesmo valor que no anterior.



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