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Novo acordo parassocial aumenta ângulo especulativo das acções da Novabase

O novo acordo parassocial da Novabase, anunciado ontem pela empresa, que diminui o limite dos direitos de voto dos 50,1% para os 42,4% é, para o BPI, claramente um sinal de que a direcção da empresa está a aumentar a visibilidade das acções no mercado.

Paulo Moutinho 28 de Abril de 2006 às 11:27
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O novo acordo parassocial da Novabase, anunciado ontem pela empresa, que diminui o limite dos direitos de voto dos 50,1% para os 42,4% é, para o BPI, claramente um sinal de que a direcção da empresa está a aumentar a visibilidade das acções no mercado.

No Iberian Daily de hoje, os analistas do BPI afirmam que acreditam «que este novo acordo realça o ângulo especulativo dos títulos da empresa», uma vez que o accionista maioritário da Novabase controla menos de 50,1% da companhia.

A equipa de «research» do BPI recorda que a Novabase detém um excelente portfolio de negócios, um sólido balanço com significativas oportunidades de crescimento.

No entanto, os analistas lembram que sendo uma empresa de tecnologias de informação, a Novabase «tem acima de tudo capacidades de engenharia, o que nos leva a afirmar que uma oferta de aquisição hostil é difícil».

Ontem, em entrevista à agência Reuters, o presidente da Novabase, Rogério Carapuça afirmou que «é um facto que o acordo parassocial desceu para os 42%», acrescentando que «por um lado está (mais vulnerável a uma OPA), mas outro facto é que a gestão de topo é importante em qualquer cenário», acrescentando que «tem um bloco importante e um papel decisivo».

As acções da Novabase [nba] seguiam a recuar 0,42% para os 7,16 euros.

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