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Os mais optimistas e os mais pessimistas para as acções nacionais

Galp é a acção em que as análises dos intermediários financeiros são mais consensuais. CaixaBI está entre as entidades com melhores recomendações. Goldman Sachs é dos que fazem análise mais negativas.

Miguel Baltazar/Negócios
Rui Barroso ruibarroso@negocios.pt 19 de Maio de 2016 às 18:50
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O Goldman Sachs continua entre as três entidades de análise financeira que tem das piores recomendações para as acções portuguesas. O banco de investimento norte-americano já havia estado na lista dos intermediários financeiros com mais recomendações abaixo do consenso no ano anterior. E, entre Outubro de 2014 e Setembro de 2015, período analisado pela CMVM num relatório divulgado esta quinta-feira, voltou a integrar o grupo das entidades que dão piores recomendações que os pares.

"Barclays, Credit Suisse e Goldman Sachs (Cheuvreux, Exane BNP Paribas e Goldman Sachs no período homólogo anterior) tiveram as maiores percentagens de recomendações abaixo do consensus", refere a CMVM no Relatório Anual da Actividade de Supervisão da Análise Financeira. 70% das recomendações do Credit Suisse ficaram abaixo do consenso. Para o Barclays e o Goldman Sachs essa proporção foi de 54,5% e 53,6%, respectivamente.

Em sentido oposto estiveram o CaixaBI, o Jefferies e o Morgan Stanley, que "emitiram as maiores proporções de recomendações acima do consenso", segundo o relatório da CMVM. O CaixaBI já havia estado, a par do Citigroup e do BBVA, entre as entidades de análise financeira com mais recomendações acima do consenso no ano anterior.

As alterações verificadas de um ano para o outro "sugerem que, em geral, o grau de optimismo dos analistas financeiros face ao consenso não é persistente ao longo do tempo".

Galp é a acção mais consensual

Apesar de cada analista ter a sua sentença para determinada cotada, há acções que reúnem um maior grau de consenso que outras. A Galp foi "o título com maior concordância nas recomendações emitidas pelos diversos analistas durante o período em análise". O mesmo já havia ocorrido em 2013 e 2014. Já a EDP, o BPI e a Jerónimo Martins foram as cotadas em que os analistas mais divergiram na análise.

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